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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Não há alternativa senão diálogo com Islã

Explica o porta-voz vaticano após a Conferência Islâmica Mundial, celebrada em Meca


CIDADE DO VATICANO, domingo, 15 de junho de 2008 (ZENIT.org).- Nas relações entre os fiéis, não existe alternativa senão o autêntico diálogo com o Islã para derrotar a violência em nome de Deus, explica o porta-voz Vaticano.


O padre Federico Lombardi SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, analisou os resultados da Conferência Islâmica Mundial, celebrada há mais de uma semana em Meca, por iniciativa do sei saudita, Abdullah bin Abdulaziz.


No último editorial de «Octava Dies», semanário do Centro Televisivo Vaticano, do qual também é diretor, explica que esta iniciativa já tinha sido anunciada pelo soberano na visita que fez ao Papa no Vaticano em 6 de novembro passado.


A conferência é marcada por uma fase preparatória para que se inicie um grande diálogo, começando dentro do Islã, para prosseguir depois com o cristianismo e o judaísmo.


A iniciativa busca promover a dignidade do ser humano, a família ameaçada em sua identidade e a paz entre os povos.


«O soberano sublinhou que alguns seguidores do Islã – vítimas do extremismo – transtornam, a partir de seu interior, a próprio natureza do Islã como religião de paz», constata o porta-voz vaticano.


Na Conferência participaram aproximadamente quinhentas personalidades e sábios islâmicos de diferentes correntes de pensamento de todo o mundo que, em um apelo final, reiteraram seu «não» ao choque entre as civilizações.


Da mesma forma, convidaram os responsáveis dos povos para a promoção da cultura do diálogo.


Segundo o padre Lomabrdi, «fica ainda um longo caminho por andar para conhecer-se e alcançar entendimentos no que diz respeito aos direitos da pessoa; as diversidades teológicas se tornarão irredutíveis; as situações concretas de muitas minorias cristãs em terra muçulmana são dramáticas».


Contudo, acrescenta o porta-voz, «quanto mais se repete a afirmação e se arraiga a convicção de que em nome de Deus não se pode odiar – senão melhor há que se encontrar e dialogar – é melhor».


«João Paulo II tinha indicado este caminho em Assis. O caminho não é fácil para os muçulmanos, não é fácil para os judeus e não é fácil para os cristãos. Há que se prosseguir com paciência e coragem», conclui.

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