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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Muçulmanos e Católicos unidos na defesa do homem

Conclusões do Comitê Islâmico-Católico reunido no Vaticano

CIDADE DO VATICANO, domingo, 15 de junho de 2008 (ZENIT.org).- O respeito à dignidade da pessoa humana, base do diálogo entre muçulmanos e católicos, exige lutar pelos direitos fundamentais, pela justiça e pela paz.


Este é a conclusão que chegaram representantes de ambas religiões participantes no 14° encontro do Comitê Islâmico-Católico, celebrado no Vaticano de 11 a 13 de junho.


O tema da reunião, que incluiu uma audiência com Bento XVI, foi «Cristãos e muçulmanos, testemunhas do Deus da justiça, da paz e da compaixão em um mundo que sofre violência».


O encontro terminou enunciando cinco pontos de acordo entre muçulmanos, que na ocasião foram encabeçados pelo professor Hamid bin Ahmad Al-Rifaie, presidente do Forum Islâmico Internacional para o Diálogo (Yeda, Arábia Saudita), e católicos, representados pelo cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso.


«Da dignidade intrínseca de cada ser humano são derivados direitos e deveres fundamentais», diz o comunicado final ao recolher a primeira conclusão compartilhada.


A segunda constata que «a justiça é uma prioridade de nosso mundo». Exige «o respeito das necessidades fundamentais dos indivíduos e povos através de uma atitude de amor, fraternidade e solidariedade. Não pode existir paz autêntica e duradoura sem justiça».


Em terceiro lugar, católicos e muçulmanos concordaram em afirmar que «a paz é um dom de Deus que exige também o compromisso de todos os seres humanos, particularmente, dos crentes que são chamados a ser testemunhas vigilantes da paz, em um mundo afligido por muitas formas de violência».


«Cristãos e muçulmanos crêem que Deus é compassivo e, portanto, consideram que é seu dever ser compassivos para com toda pessoa humana, em particular, com os necessitados e fracos», explica a quarta conclusão.


Por último, os participantes da reunião confirmaram que «as religiões, se são praticadas de maneira autêntica, contribuem eficazmente para a promoção da fraternidade e da harmonia na família humana».


Na audiência aos participantes, o Papa «encorajou-lhes a continuar com os esforços em favor da promoção da justiça e da paz», segundo informou o comunicado final.

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