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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Intolerância Religiosa


A liberdade religiosa está garantida pela Constituição Federal (CF). E a liberdade de não exercer nenhuma religião também é garantida como um direito fundamental do ser humano. O artigo 5º da CF assegura que todas as crenças e religiões são iguais perante a lei, e todas devem ser tratadas com igual respeito e consideração.

Ninguém pode ser discriminado em razão da sua fé. Atitudes agressivas, ofensas e tratamento diferenciado em função de religião são crimes.

sábado, 15 de junho de 2013

Da intolerância religiosa aos direitos humanos (de Antonio Baptista Gonçalves)



Último Andar [21] (março de 2013): Da intolerância religiosa aos direitos humanos (de Antonio Baptista Gonçalves): A Religião é a responsável direta por temas como proselitismo, laicismo e laicidade. Portanto, compreender como eram as relações religiosas nos tempos antigos trará o arcabouço de conhecimento necessário para apresentar a intolerância religiosa professada e praticada em larga escala pelas religiões ocidentais, principalmente. Assim, a liberdade religiosa que hoje se propaga e se busca através dos elementos protetivos de Direitos Humanos é fruto direto de uma evolução histórica da própria religião, bem como de sua influência na vida das pessoas e da disputa pelo poder entre o Estado e a Igreja. E a tolerância será o resultado de toda uma construção dos organismos internacionais em defesa dos direitos do homem, ou os Direitos Humanos. >>> Texto completo: PDF

sábado, 18 de maio de 2013

Intolerância Religiosa ameaça a paz



GPERNEWS 411 (18/05/2013): Intolerância Religiosa ameaça a paz: A intolerância religiosa é um tema que nas últimas décadas vem sendo debatido praticamente em todos países e inclusive entre eles por meio da ONU, da UNESCO e outras instituições internacionais. Em muitos casos,  está vinculada a outros tipos de preconceitos e discriminações: etnica, cultural, social, sexual, gênero, dentre outras. Todas as manifestações de intolerância religiosa, originam-se pelo fato de sermos diferentes, portanto, portadores e (re)produtores de diferenças religiosas. Estas diferenças estão implícitas à diversidade cultural. No Brasil, a diversidade de crenças e cultos é imensa e, para que cada crença tenha seu espaço e lugar, a Constituição Federal garante o direito a liberdade de expressão, desde que não fira o direito do outro. Portanto, desrespeitar a crença do outro é desrespeitar a Constituição Brasileira e, além disso, ferir um dos direitos humanos fundamentais, o direito de ter uma religião ou de não ter nenhuma. A intolerância religiosa é consequência da não vivência dos princípios éticos, dos ensinamentos mais elementares presentes na origem de cada tradição religiosa, que é o direito a vida, ao amor, ao respeito e ao cuidado do seu semelhante. >>> Leia mais, clique aqui.

Veja mais:

domingo, 19 de agosto de 2012

Departamento de Estado dos EUA publica Relatório sobre Liberdade Religiosa Internacional anual


GPERNEWS 372 (18/08/2012): Departamento de Estado dos EUA publica Relatório sobre Liberdade Religiosa Internacional anual: No momento em que pelo menos alguns países estão afrouxando a expressão política, o mundo está deslizando para trás na liberdade religiosa, diz a secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton.Falando sobre a publicação dos EUA do "Relatório sobre Liberdade Religiosa Internacional" para 2011, em 30 de julho, Clinton disse que agora, mais do que nunca, era urgente destacar a liberdade religiosa."Quando consideramos o quadro global e perguntamos se a liberdade religiosa está se expandindo ou diminuindo a resposta é preocupante", disse ela na Fundação Carnegie para a Paz Internacional em Washington DC. "Mais de um bilhão de pessoas vivem sob governos que sistematicamente suprimem a liberdade religiosa."O relatório anual destaca violações contra práticas religiosas e grupos religiosos minoritários, identifica seus autores e documenta os métodos usados para restringir a expressão ou crença religiosa.  >>> Leia mais, clique aqui.

sábado, 24 de março de 2012

Uma aula de civilização e tolerância com o judeu ortodoxo que defendeu a presença de crucifixos nas escolas italianas

Veja (08/03/2012): Reinado de Azevedo: Uma aula de civilização e tolerância com o judeu ortodoxo que defendeu a presença de crucifixos nas escolas italianas; a causa perdia por 17 a zero; ele virou o tribunal para 15 a 2. Vejam por quê: Querem uma aula de tolerância e civilidade? Então leiam a entrevista que o advogado Josph Weiler, que defendeu o direito das escolas italianas de exibir o crucifixo, concedeu em setembro do ano passado ao jornal português “Público”. Ele é judeu ortodoxo. A entrevista é longa, mas se trata de um dos mais brilhantes exercícios de tolerância que já li. Uma pena o doutor Wadih Damous, presidente da OAB-RJ, não ter sido contratado para o outro lado. Imaginem alguém que defendesse que até o patrimônio cultural fosse “limpado” da herança cristã. Antes da íntegra da entrevista, destaco alguns trechos em azul para despertar a curiosidade. (...) Querem uma aula de tolerância e civilidade? Então leiam a entrevista que o advogado Josph Weiler, que defendeu o direito das escolas italianas de exibir o crucifixo, concedeu em setembro do ano passado ao jornal português “Público”. Ele é judeu ortodoxo. A entrevista é longa, mas se trata de um dos mais brilhantes exercícios de tolerância que já li. Uma pena o doutor Wadih Damous, presidente da OAB-RJ, não ter sido contratado para o outro lado. Imaginem alguém que defendesse que até o patrimônio cultural fosse “limpado” da herança cristã. Antes da íntegra da entrevista, destaco alguns trechos em azul para despertar a curiosidade. >>> Leia a íntegra da matéria e da entrevista, clique aqui.

domingo, 25 de dezembro de 2011

ONU aprova norma contra a intolerância religiosa

IHU (22/12/2011): ONU aprova norma contra a intolerância religiosa: Com a sua opção por um meio termo, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou por consenso uma norma em que se apela aos governos mundiais que combatam todos os sinais de intolerância religiosa. A ONU descartou o texto proposto pelo bloco muçulmano, que preferia uma condenação da "difamação religiosa". De acordo com seus críticos no Ocidente, essa terminologia justificaria a "lei da blasfêmia", que permite condenar à morte no Islã aqueles que insultam o Alcorão ou Maomé. A reportagem é de Francisco de Andrés, publicada no sítio ABC, 21-12-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.