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- Universal perdeu 10% dos fiéis em 10 anos
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- Palmelo tem maior proporção de espíritas no Brasil
- ESTADÃO DADOS: A fé dos brasileiros: Números do Censo revelam o tamanho dos diferentes grupos religiosos
- O decrescimento e o sagrado
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Estudo comparado e abordagem interdisciplinar da história das religiões, crenças, manifestações e idéias religiosas.
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- Cláudia Andréa Prata Ferreira
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
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sábado, 30 de junho de 2012
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terça-feira, 3 de abril de 2012
Lançamento do livro "DIVERSIDADE RELIGIOSA E DIREITOS HUMANOS" (SDH, 2011)
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Diversidade Religiosa e Direitos Humanos
Links:
- Brasil: Cartilha Diversidade Religiosa e Direitos Humanos
- Brasil: Caderno Pedagógico de Ensino Religioso: O Sagrado no Ensino Religioso
- Cartilha dos Direitos Humanos: A Cartilha dos Direitos Humanos produzido para crianças pelo Governo Brasileiro poderá contribuir nas aulas sobre Diversidade Religiosa para 2010. >>> Clique aqui.
- Revista dos Direitos Humanos: Para subsidiar o trabalho sobre a diversidade propomos a leitura da Revista Direitos Humanos do Governo Brasileiro (número 3). >>> Veja o volume 2.
- Brasil: Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos - PNEDH 2006
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sábado, 19 de setembro de 2009
Sem que a religião os separe
Revista Isto É (Edição 2080 - 23 SET/2009)
- Sem que a religião os separe: Casar com um parceiro de uma religião diferente já foi sinônimo de tabu ou problema familiar. Hoje em dia, de tão comuns, essas uniões inter-religiosas já têm um cerimonial próprio. Em igrejas como a anglicana, a católica apostólica brasileira e algumas evangélicas, é possível entrar vestida de noiva no tapete vermelho e receber bênçãos de duas religiões. Esse tipo de celebração se multiplicou nos últimos anos, de acordo com organizadores de eventos. E pode combinar crenças como hinduísmo e protestantismo ou as religiões católica e judaica num mesmo altar - nem que ele seja construído numa casa de festas.
sábado, 27 de dezembro de 2008
Painel sobre a (in)coerência da fé

O Globo, Caderno Prosa e Verso, página 4, em 27/12/2008.
Painel sobre a (in)coerência da fé
Pesquisa mostra os diversos formatos que a prática religiosa pode ter
A trajetória de nove pessoas, da infância à idade adulta, suas indagações e buscas até encontrar a tradição religiosa na qual se engajaram. As diferentes maneiras de encarar a transcendência e os diversos formatos que a prática religiosa pode ter estão no centro de “O Deus de cada um”, de Waldemar Falcão.
Um pai-de-santo criado no catolicismo acabou se desenvolvendo num terreiro de umbanda; um sheik muçulmano de família católica passou pelo espiritismo e pelo rosa-cruzismo até se envolver com o islamismo; um monge hare krishna deu muitas voltas antes de se dedicar ao hinduísmo; um monge beneditino de origem humilde permanece no catolicismo e desenvolve uma prática de intercâmbio com várias religiões.
Além desses, há também um taxista crente, fiel de uma igreja neo-pentecostalista; um engenheiro de origem judaica que professa o judaísmo; um seguidor do Santo Daime, uma monja zen e uma dona-de-casa dotada de faculdades paranormais. Todos são brasileiros, maiores de idade, conscientes de suas opções e apenas a paranormal preferiu não se identificar.
Waldemar Falcão, autor de um livro de sucesso chamado “Encontros com médiuns notáveis” (Nova Era), não embarca no proselitismo presente na maioria das obras sobre temas espiritualistas.
Em ambos os volumes, ele opta por uma postura discreta, transcrevendo entrevistas e montando-as em formato jornalístico.
Aqui, o leitor está diante de um painel diversificado sobre os motivos que levam alguém a se tornar religioso e as intensas mudanças de credo que isto envolve. O Brasil é um país místico e nele não se busca apenas, na espiritualidade, um amparo para os problemas materiais: há algo mais na construção do deus de cada um e, se por um lado, os agnósticos dizem que a hipocrisia costuma ser sinônimo de religiosidade, por outro o desejo legítimo de desenvolver uma fé e ser coerente com ela transparece na maioria das entrevistas.
É claro que funciona melhor quanto mais rico for o personagem.
O taxista, por exemplo, filho de um birosqueiro numa favela, deu muito duro na feira e não perdeu a ternura: ajuda os (ainda) mais pobres se m segundas intenções.
Seu discurso parece bem próximo da ação e seu depoimento ajuda a entender porque as pessoas se engajam em cultos como os da Igreja Universal.
Nos casos em que o entrevistado prefere não tratar de sua vida pessoal (como o do sheik) o interesse cai bastante, pois estamos diante de preceitos religiosos quase decorados de um livro, quando a proposta desta obra é tratar de histórias de vida.
Em outros momentos, os conflitos que se formam (e muitas vezes são escamoteados) nas instituições religiosas surgem com vigor. É o caso da monja Coen, que mergulhou de corpo e alma no budismo e, pela própria dimensão que adquiriu sua prática, se viu às voltas com a rigidez que permeia uma estrutura hierárquica japonesa. Aí também cabe a indagação: qualquer pessoa que pratique o zen vai vivenciar algo parecido ou isto se deu por conta da própria personalidade de Cláudia Dias Baptista de Souza, a monja Coen? Um dos casos mais curiosos é o da paranormal. Uma mulher de cerca de 50 anos, com poderes de cura intensos e comprovados, faz atendimentos individuais e, ao mesmo tempo, convive com suas capacidades e procura entender suas limitações.
A dúvida e a certeza estão presentes no cotidiano dela.
Não se pode chamá-la de charlatona, mas é preciso entender que sua condição é, talvez, diversa das demais.
domingo, 29 de junho de 2008
Caderno Pedagógico de Ensino Religioso: O Sagrado no Ensino Religioso
Proposta 113: Incentivar o diálogo entre movimentos religiosos sob o prisma da construção de uma sociedade pluralista com base no reconhecimento e no respeito às diferenças de crença e culto.
Veja mais:
- Cartilha Diversidade Religiosa e Direitos Humanos
- Secretaria Estadual de Educação do Paraná – Ensino Religioso
- Terra e Alteridade: pesquisas e práticas pedagógicas em Ensino Religioso
- Didática do Ensino Religioso
- FONAPER: Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso
- GPER: Grupo de Pesquisa Educação e Religião – Formação Docente e Educação Religiosa
- NUPPER: Núcleo Paranaense de Pesquisa em Religião
- Núcleo Paranaense de Pesquisa em Religião (NUPPER)
- Intolerância religiosa e direitos humanos: mapeamentos de intolerância
- Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa
- Governo do Rio de Janeiro disponibiliza “Ouvidoria” para vítimas de intolerância religiosa
domingo, 13 de abril de 2008
Deus não faz política (Alfredo Sirkis)
Deus não faz política
A vida e a história nos levam por caminhos (e descaminhos) muitas vezes inimagináveis. Quem diria que em pleno século 21, nas eleições para a cidade mais cosmopolita do Brasil, voltaríamos à antiga polarização entre o laico e o confessional, entre a idéia de que a religião deva estar longe das lides políticas e a de que Deus faz política, toma partido e possui candidatos. Essa situação está muito longe de ser rara no mundo contemporâneo, onde os fundamentalismos religiosos estão
As convicções religiosas tendem a ser absolutas, enquanto a política pertence ao relativo, ao possível, aos equilíbrios mutantes. Gente de fé religiosa participando da política pode contribuir para seu enriquecimento. Já buscar na política um caminho de poder direto ou indireto para uma instituição religiosa em específico, inclusive com uma carga imensa de interesses materiais é perigo à vista. O que significa, de fato, "um Brasil sob o reino de Deus"? Significa uma nação que exclua os apontados como "não de Deus"? E quem, na Terra, tem autoridade para definir os ungidos ou os enjeitados? Não é à toa que nossa república, no que pese seus erros e carências históricas, desde cedo definiu um estado laico, separando-o da Igreja Católica ou de qualquer outra. Assim deve permanecer. Amém.
Jornal do Brasil, em 11 de abril de 2008.
A 16 - JB Cidade - Olhar Carioca - Alfredo Sirkis
sábado, 29 de março de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Cartilha Diversidade Religiosa e Direitos Humanos
Cartilha Diversidade Religiosa e Direitos Humanos
Para acessar
1) Secretaria Especial dos Direitos Humanos – SEDH
www.presidencia.gov.br/sedh
ou http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sedh/
2) No lado esquerdo procure por “Promoção dos Direitos Humanos”.
3) Aparece na tela alguns tópicos, entres eles o tópico “Diversidade Religiosa”.
4) Clique na palavra “Diversidade Religiosa”.
5) Aparece o tema “Diversidade Religiosa e Direitos Humanos”.
Link: http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sedh/promocaodh/diversidadereligiosa/
Cartilha Diversidade Religiosa e Direitos Humanos
Português
Espanhol
Inglês
Diversidade religiosa
e direitos humanos
“Ninguém nasce odiando
outra pessoa pela cor de sua
pele, por sua origem
ou ainda por sua religião.
Para odiar, as pessoas
precisam aprender;
e, se podem aprender
a odiar, podem ser
ensinadas a amar.”
(Nelson Mandela)
O Estado Brasileiro é laico. Isso significa que ele não deve ter, e não tem religião. Tem, sim, o dever de garantir a liberdade religiosa. Diz o artigo 5o, inciso VI, da Constituição: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias.” A liberdade religiosa é um dos direitos fundamentais da humanidade, como afirma a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual somos signatários.
A pluralidade, construída por várias raças, culturas, religiões, permite que todos sejam iguais, cada um com suas diferenças. É o que faz do Brasil, Brasil. Certamente, deveríamos, pela diversidade de nossa origem, pela convivência entre os diferentes, servir de exemplo para o mundo. No Brasil de hoje, a intolerância religiosa não produz guerras, nem matanças.
Entretanto, muitas vezes, o preconceito existe e se manifesta pela humilhação imposta àquele que é “diferente”. Outras vezes o preconceito se manifesta pela violência. No momento em que alguém é humilhado, discriminado, agredido devido à sua cor ou à sua crença, ele tem seus direitos constitucionais, seus direitos humanos violados; este alguém é vítima de um crime – e o Código Penal Brasileiro prevê punição para os criminosos.
Invadir terreiros de umbanda e candomblé, que, além de locais sagrados de culto, são também guardiães da memória de povos arrancados da África e escravizados no Brasil; desrespeitar a espiritualidade dos povos indígenas, ou tentar impor a eles a visão de que sua religião é falsa; agredir os ciganos devido à sua etnia ou crença, mesmo motivo que os levou ao quase extermínio na Europa, durante a Segunda Guerra Mundial: tudo isto é intolerância, é discriminação contra religiões. É o contrário do que pretende o Programa Nacional dos Direitos Humanos.
O Programa Nacional dos Direitos Humanos pretende incentivar o diálogo entre os movimentos religiosos, para a construção de uma sociedade verdadeiramente pluralista, com base no reconhecimento e no respeito às diferenças.
A presente cartilha, Diversidade Religiosa e Direitos Humanos, é o resultado de quase um ano e meio de um trabalho que contou com a participação de várias religiões, e que não se esgota aqui (outras colaborações podem ser conferidas no site (www.presidencia.gov.br/sedh).
Esta cartilha é a continuidade das muitas ações de homens e mulheres de boa vontade e diferentes crenças, que, com suas palavras e seus atos, pretendem construir um país, um mundo melhor. Um país e um mundo em que ninguém sofra ou pratique injustiça contra seu semelhante. Um mundo e um país de todos.
Presidência da República
Secretaria Especial dos Direitos Humanos
Esplanada dos Ministérios, Bl. T, Edifício Sede, 4º andar, 700064-900 Brasilia, DF
direitoshumanos@sedh.gov.br
www.presidencia.gov.br/sedh
É permitida a reprodução total ou parcial da publicação
devendo citar menção expressa na fonte de referência.
Impresso no Brasil em novembro de 2004
Distribuição Gratuita
Texto: José Rezende Jr.
Coordenação: Fernando de
Consultores: Antônio Olímpio de Sant`Ana,
Carlos Alberto Silva, Carlos Moura e César Bastos.
Colaboração: Célia Gonçalves Souza, Elianildo Nascimento, César
Projeto Gráfico: Eduardo Carvalho de Almeida Filho
Apoio:
Comissão Ecumênica Nacional de Combate ao Racismo (Cenacora)
Centro Nacional de Africanidade e Resistência (Cenarab)
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic)
Centro de Referência à Discriminação Religiosa (CRDR)
Iniciativa das Religiões Unidas (URI)
Movimento Inter-Religioso do Rio de Janeiro (MIR/RJ)
Conselho Nacional de Ensino Religioso (Conar)
Agradecimentos:
Ministério das Relações Exteriores (MRE)
e Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (Sepir)
