Nosso Blog é melhor visualizado no navegador Mozilla Firefox.

Pesquisar este blog

Total de visualizações de página

Translate

Perfil

Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

Seguidores

Mostrando postagens com marcador Símbolos Religiosos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Símbolos Religiosos. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de maio de 2010

O terço católico e as materialidades da devoção. Entrevista especial com Paola Lins de Oliveira

IHU (30/05/2010): O terço católico e as materialidades da devoção. Entrevista especial com Paola Lins de Oliveira: Surgido no século XIII, o terço católico ainda é um costume entre os fiéis do século XXI, tendo passado por algumas transformações ao longo do tempo, mas mantendo sempre a sua estrutura de repetição de invocações a Jesus e à Virgem Maria. Acompanhando e meditando os “mistérios”, episódios das vidas de Jesus e Maria – inclusão que ocorreu apenas em torno de 1500 –, “a oração se torna o momento de atualizar em si mesmo as boas obras” vivenciadas por aqueles aos quais se dirige. Hoje, porém, com a venda desse objeto devocional em grande escala – e utilizado nas mais diversas ocasiões, até como acessório de moda –, pode estar ocorrendo uma “destradicionalização religiosa”, o que acarreta uma ameaça à aura sagrada do objeto, assegura a socióloga e doutoranda em Antropologia, Paola Lins de Oliveira, em entrevista concedida, via email, à IHU On-Line. Nesse sentido, defende Paola, “o terço pode se tornar 'um fim em si mesmo', seja como uma oração apartada da dimensão meditativa, ou mesmo como um símbolo com força sagrada intrínseca”. Sua difusão, especialmente por meio dos canais de televisão católicos, também “pode estar relacionada ao panorama mais geral do campo religioso brasileiro e à necessidade, por parte da Igreja Católica, de mobilizar uma reação diante da perda de fiéis”, como ocorreu desde as origens da oração, nascida dentro de esforços de evangelização católica e de conversão dos hereges. Doutoranda em Antropologia no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ), Paola Lins de Oliveira possui graduação em Ciências Sociais e mestrado em Sociologia com concentração em Antropologia pela mesma instituição. É pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (ISER) e secretária editorial da Revista Religião e Sociedade e do Boletim Plural, editados pelo ISER. Confira a entrevista.


sábado, 11 de abril de 2009

Símbolos religiosos ornam casas legislativas

FSP (11/04/2009)

  • Símbolos religiosos ornam casas legislativas: A presença de símbolos religiosos em órgãos do serviço público é criticada por movimentos como o Brasil para Todos, que já encaminhou representações ao Ministério Público e ao Conselho Nacional de Justiça, pedindo a remoção de 13 símbolos religiosos presentes em tribunais e casas legislativas. (...) "Os símbolos nas casas legislativas, como a Bíblia e o crucifixo, ferem a Constituição Federal, que impõe a separação de igreja e Estado. Se o Estado é laico, como vai dar preferência a um grupo religioso sobre todos outros?", questiona Daniel Sottomaior, engenheiro e presidente do Brasil para Todos. (...) "Eu sou contra os cultos nos espaços públicos. Não é uma atividade religiosa, mas sim a base de uma religião. O Estado cede seu lugar e suas instalações. É difícil não dizer que não está subvencionando de alguma maneira", disse Sottomaior. Ele cita o primeiro parágrafo do artigo 19 da Constituição: "É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios, estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público". Para o juiz de direito Roberto Lorea, o uso de símbolos e a realização de cultos estabelecem uma aliança entre o Estado e uma religião, que acaba sendo privilegiada em detrimento das demais.
  • Bíblia é "fonte de inspiração", afirma deputado

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O Símbolo e a Crença. A Centralidade Simbólica nos Sistemas Religiosos do Judaísmo e Cristianismo – História, Significação e Atualidade

O Símbolo e a Crença. A Centralidade Simbólica nos Sistemas Religiosos do Judaísmo e Cristianismo – História, Significação e Atualidade.

Mara Liz Hernandes Ferrentini

Dissertação de mestrado em Ciência da Religião

Universidade Presbiteriana Mackenzie - São Paulo

Data da defesa: setembro de 2007.

Resumo: Primeiramente a pesquisa se concentrou de maneira aproximativa e panorâmica nos símbolos religiosos das religiões primitivas, dando uma explanação para compreensão religiosa nos primeiros estágios da humanidade. Em seguida a pesquisa concentrou-se no universo simbológico dos sistemas judaico e cristão. Dissertando sobre a simbologia básica nas duas tradições religiosas, bem como esquadrinhou sua evolução simbológica, por meio de referencias antropológicas e filosóficas. Por fim a pesquisa demonstrou claramente a presença do judaísmo em solo cristão. Conferindo ao cristianismo sua notória autonomia, porém com bases evidentemente judaicas.

Palavras Chave: Símbolos Religiosos, evolução simbólica, judaísmo e cristianismo.