Nosso Blog é melhor visualizado no navegador Mozilla Firefox.

Pesquisar este blog

Total de visualizações de página

Translate

Perfil

Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

Seguidores

Mostrando postagens com marcador Hinduísmo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hinduísmo. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de novembro de 2011

O devir humano segundo o hinduísmo

IHU (05/11/2011): O devir humano segundo o hinduísmo: A imortalidade, que, para os ocidentais, consiste em um prolongamento indefinido da vida (e, para os cristãos, contempla o mistério glorioso da ressurreição do corpo), para o Vedanta, não se identifica com a Eternidade, não tem nada em comum com o "passado" individual e terreno. No momento da morte, o "estado sutil", a alma, acompanhada por todas as suas faculdades (como dignitários ao lado de um rei) se retira para uma essência luminosa. A opinião é do escritor e crítico literário italiano Giorgio Montefoschi, em artigo publicado no jornal Corriere della Sera, 31-10-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Harmonia religiosa: a visão holística hindu

IHU (14/12/2010): Harmonia religiosa: a visão holística hindu: Publicamos hoje [14/12/2010] a reflexão de K. L. Seshagiri Rao, professor emérito da Universidade da Virginia, nos Estados Unidos, e editor-chefe da Enciclopédia do Hinduísmo. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis o texto.

domingo, 8 de novembro de 2009

Um Deus para cada contexto. Entrevista especial com Julius Lipner

IHU (08/11/2009)

  • Um Deus para cada contexto. Entrevista especial com Julius Lipner: Recentemente a revista IHU On-Line publicou uma edição intitulada Sabedoria, mística e tradição: religîões chinesas, indianas e africanas,com várias entrevistas refletindo sobre o hinduísmo. Hoje publicamos uma entrevista com Julius Lipner, professor de Hinduísmo da University of Cambridge. Na entrevista a seguir, concedida por e-mail, ele explica as manifestações de Deus na cultura hinduísta e diz que, diferente das tradições monoteístas, o divino se apresenta de diversas maneiras e possui formas e nomes distintos para que possa relacionar-se com diferentes seres humanos. “Cada um de nós é diferente e achará mais fácil se relacionar com Deus de acordo com nossos contextos e circunstâncias”. Segundo ele, deuses e deusas hindus não são competitivos e dispõem igualmente de poder e misericórdia, além de estarem interessados no bem-estar da humanidade. O pesquisador também falou à IHU On-Line sobre o projeto de ética mundial proposto pelo teólogo alemão Hans Küng. Embora concorde com as ideias expostas, ele enfatiza que é preciso “analisar cuidadosamente circunstâncias individuais para implementar estes princípios corretamente. Cada tradição do mundo poderia muito bem dar diferentes ênfases ao aplicar estes princípios”. A entrevista foi concedida em inglês e traduzida por Lucas Schlupp. Lipner também é professor em Oxford, onde ministra aulas sobre Hinduísmo e pensamento indiano. É membro do Conselho Acadêmico do Centro de Estudos Hindus da mesma universidade. Confira a entrevista.

domingo, 31 de maio de 2009

Na Índia, dalits quebram sina e casam por amor

G1 / Fantástico (31/05/2009): Na Índia, dalits quebram sina e casam por amor: Dalits de verdade têm histórias de amor que também dariam uma novela. Atores de 'Caminhos das Índias' comentam preconceito milenar indiano. >>> Leia mais, clique aqui.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

CONHECENDO O HINDUÍSMO - Origens, crenças, práticas, textos sagrados, lugares sagrados

CONHECENDO O HINDUÍSMO - Origens, crenças, práticas, textos sagrados, lugares sagrados

Autor: Vasudha Narayanan

Editora: Vozes (2009).

Sinopse: Conhecendo o hinduísmo é uma acessível introdução aos temas essenciais do hinduísmo, desde sua antiga cosmologia, filosofia e arquitetura sagrada até seus milhares de deuses e deusas. A literatura do hinduísmo - uma das mais antigas do mundo - é descrita e explicada, desde os textos sagrados como os Vedas e Upanixades até as sempre populares epopéias do Ramayana e do Mahabharata. Além disso, realça-se de modo especial a celebração do ciclo vital no hinduísmo, passando em revista a diversidade de seus rituais e cerimônias.



sexta-feira, 10 de abril de 2009

Índia: “Ter o filho de um dalit é anomalia social”

Revista Época (10/04/2009)

“Ter o filho de um dalit é anomalia social”

Em entrevista a ÉPOCA, a cientista política Nanci Valadares, que prestou consultoria à TV Globo para a novela Caminho das Índias, analisa a trama e conta como funciona na realidade o sistema de castas na Índia.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Por que os brasileiros estão fascinados pela Índia

Revista Época - Edição 563 - 28/02/2009

O Brasil rende-se aos encantos da religião, da estética e do modo de vida indianos. Mas o que há por trás deles?

Página 1: Por que os brasileiros estão fascinados pela Índia

Página 2: Por que os brasileiros estão fascinados pela Índia

Página 3: A onda que vem da Índia

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Em Bali, uma espetacular celebração funerária hindu

Bali pode ter visto pela última vez uma espetacular e tradicional cerimônia funerária hindu

Seth Mydans
Em Ubud, Indonésia
International Herald Tribune, em 17/07/2008.

Pequenos fragmentos de ossos, retirados das cinzas de uma cremação real, encontraram o seu sítio final de repouso no mar no início da quarta-feira (16), sem a alma que foi libertada pelo fogo.

Essa foi a última etapa de uma elaborada cerimônia de cremação, cujos preparativos duraram três meses, no mais espetacular funeral real em Bali em pelo menos três décadas.

Sob o ruído das chamas alaranjadas, o corpo de Agung Suyasa, chefe da família real de Ubud, foi reduzido aos seus elementos terrestres na terça-feira, em um ritual de cremação coletiva que incluiu três figuras reais e 68 plebeus.

De acordo com uma tradição balinesa, os corpos dos plebeus aguardaram para se juntarem ao de Suyasa e a de dois outros membros da sua família em uma cremação real, embora as piras dos cidadãos comuns ficassem em um local separado.

Alguns deles aguardaram meses, ou mesmo anos, enterrados ou mumificados, pelos ritos espetaculares que combinam a energia, o misticismo e a criatividade desta ilha hindu.

Nas profundezas da noite, os ossos continuaram queimando, até que toda a superestrutura crematória foi demolida pelas chamas. Assim que as brasas se apagaram, os familiares retiraram fragmentos de ossos das cinzas e os prepararam para jogá-los no oceano, em um local que fica a meia hora de carro.

A cremação e a deposição dos últimos pedaços de ossos no mar fazem parte de uma jornada de purificação e renovação na qual, segundo a crença balinesa, a alma pode retornar para habitar um novo ser - geralmente um membro da mesma família - até que, mais uma vez, ela seja libertada através da cremação.

"Nenhum de nós é uma criatura nova", diz Raka Kerthyasa, o meio-irmão mais novo de Suyasa, que agora é o guardião da antiga, mas simbólica, família real, e que supervisionou a cremação. "Somos parte do ciclo da vida".

Esse ciclo em constante mudança pode um dia acabar com os próprios ritos de cremação, e algumas pessoas daqui afirmam que, devido a um mundo globalizado, é possível que Bali nunca mais presencie uma cerimônia de cremação como esta.

"Haverá coisas do gênero no futuro. Mas não creio que elas serão tão elaboradas e grandiosas como esta", afirma I Nyoman Suradnya, um artista cujo irmão foi um dos plebeus cremados na terça-feira.

"As culturas surgem e desaparecem", diz ele. "É só uma questão de tempo. Não tenham medo da mudança. Não existe nada que seja absoluto".

No entanto, a cultura estava bem viva na terça-feira, quando milhares de voluntários usando camisetas roxas levavam emblemas enormes da cerimônia, como se fossem exércitos de formigas carregando objetos de um tamanho inacreditável.

Curvados sob uma enorme plataforma de bambu, os carregadores - que atuavam por turnos, em grupos de 200 que se revezavam a cada 100 metros - transportavam uma torre de 11 toneladas, tão alta quanto um edifício de três andares, que abrigava o caixão de Suyasa, sob uma cúpula de nove camadas.

Gritando e rindo com entusiasmo, às vezes disparando em uma corrida, os carregadores faziam com que a plataforma oscilasse loucamente da direita para a esquerda a fim de confundir os espíritos.

Ao lado da plataforma seguia um enorme e oscilante dragão, uma figura terrível com os olhos esbugalhados e os dentes afiados. Depois disso vinha um gigantesco touro de madeira negra que serviria como sarcófago na cremação.

"Por mais estranho que pareça, é nas cerimônias de cremação que os balineses encontram a maior diversão", escreveu Miguel Covarrubias no seu trabalho clássico, "Island of Bali" ("A Ilha de Bali"), publicado em 1937.

"A cremação é uma ocasião de alegria, e não de pesar, já que ela representa o cumprimento do dever mais sagrado daquelas pessoas: libertar as almas dos mortos", escreveu ele.

Durante a maior parte do tempo decorrido desde que ele morreu, em 28 de março, o corpo de Suyasa ficou embalsamado, como se estivesse dormindo, no seu palácio, enquanto os habitantes de Ubud vinham visitar o rei morto.

Durante uma vigília contínua, a família trouxe oferendas diárias e refeições simbólicas, e preparou café e chá ao lado dos cavaletes que sustentavam o caixão. Uma escova de cabelos, uma escova de dentes e um espelho estavam sempre à mão.

Na terça-feira, colocado entre o céu e a terra na inclinada torre funerária, o caixão branco e dourado de Suyasa chegou ao local da cremação, deslizando sobre as costas dos 200 carregadores de forma tão suave como se estivesse sobre gelo.

Os carregadores levaram o caixão até um plano inclinado branco, e a seguir deram três voltas em torno do touro, que era seguido por homens e mulheres com pirâmides de oferendas sobre as cabeças.

Na plataforma crematória, o dorso oco do touro foi aberto e o corpo foi colocado dentro dele. Um segundo touro, menor, com o corpo de Gede Raka, um outro membro da família real, ficou ao lado do touro no qual estava o corpo de Suyasa.

O sol se punha quando o dorso do touro gigante foi fechado e a área de cremação, repleta de milhares de expectadores, cintilou com os flashes das câmeras fotográficas.

Subitamente, chamas brilhantes surgiram sob a barriga do touro, tomaram conta dos seus colares dourados e subiram pela madeira. A fumaça parecia sair das narinas do touro, e labaredas escapavam dos olhos da estátua. Os seus chifres curvos e as suas orelhas estavam em chamas.

Quando
o touro despencou, as barras de ferro que o sustentavam continuaram na mesma posição, e dentro da estrutura via-se o esqueleto queimando, com o crânio inclinado para baixo e o pé direito soltando labaredas.

Agindo com um desrespeito ritual para com o corpo, agora inútil, os trabalhadores o espetaram e golpearam com longas varas de bambus, a fim de atiçar o fogo, e ele oscilou ligeiramente nas chamas.

Finalmente, o corpo desintegrou-se nos seus cinco elementos terrestres: terra, vento, água, fogo e éter. A alma desapareceu no céu noturno, escoltada por uma chuva de fagulhas.

Indrayana, um dos filhos de Suraya, sentou-se no solo, usando um traje dourado ritual, e, mantendo as mãos juntas, fez uma oração para o pai. Depois disso, ele acendeu um cigarro, olhou para cima, e deu uma tragada.

domingo, 11 de maio de 2008

Deuses indianos em dieta forçada

Oferendas nos templos minguam diante da alta dos preços

Florência Costa, Correspondente

O Globo, O Mundo, página 44, em 11/05/2008.

NOVA DÉLHI e NAINITAL, Índia. Os indianos costumam tratar seus milhões de deuses e “animais-deuses” com muitas oferendas, principalmente comida.

No país onde 80% dos 1,1 bilhão de habitantes seguem o hinduísmo, as sagradas vacas vivem em torno dos templos à espera dos alimentos deixados pelos fiéis diante das imagens de seus deuses preferidos.

Um intenso comércio cerca os templos, com vendedores ambulantes e lojinhas que vivem da venda de doces, flores, frutas, muitas vezes em kits em cestas de palha. Mas nos últimos meses o demônio da alta dos preços tem assustado os hindus. Em Nainital, aos pés do Himalaia, há muita gente rezando, mas poucas oferendas. Diante da estátua de dois metros do deus-macaco Hanuman, apenas duas bananas.

— Geralmente há muito mais. Além de bananas, as pessoas costumavam oferecer laddus (doce feito de farinha de trigo, açúcar e manteiga) — lamenta o religioso Ravi Mishra.

A inflação — representada na Índia por um touro furioso — tem deixado as vacas e os deuses à míngua, numa verdadeira dieta forçada. Só em Nova Délhi há um exército de vacas soltas nas ruas: cerca de 30 mil. O touro, que também é animal sagrado, engordou tanto que chegou a 7,6% — um recorde em quatro anos. A facada no bolso é grande: 32% da renda familiar vão em gastos com comida.

Nas lojinhas coladas ao Templo Naina Devi, os vendedores têm tido trabalho para convencer os fiéis a desembolsar US$ 4 por uma caixa de laddu. Ou US$ 3,5 por uma cesta com coco, arroz doce e incenso.

— As pessoas compram em menor quantidade. Só consigo vender as mais baratas e mesmo assim porque passei a oferecer brindes — lamentou Gyan Sharma.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Devotos de Shiva festejam deus hindu nesta semana em SP

Ritual do Shivaratri envolve recitação de mantras em sânscrito e oferendas. Uma das principais datas do hinduísmo ganha adeptos em São Paulo. >>> Veja mais em G1, em 04/03/2008.

Caminhos do Hinduísmo

Caminhos do Hinduísmo
G1, Globo Vídeos, em março de 2007.

Fé: Caminhos do Hinduísmo - a festa ao deus Shiva (05/03/2007)
O primeiro episódio da série mostra a coexistência entre desenvolvimento, pobreza e religião na Índia e as celebrações em homenagem ao deus mais popular do hinduísmo.

Fé: Caminhos do Hinduísmo - A maior festa religiosa do mundo (06/03/2007)
A segunda reportagem da série mostra o caminho que os fiéis de diferentes crenças fazem para se encontrar no Kumbha Mela. Em Allahabad, eles fazem o banho no rio, o ritual mais sagrado dos hindus

Fé: Caminhos do Hinduísmo - o encontro do islã com o hinduísmo (07/03/2007)
A última reportagem da série mostra os seguidores do sikhismo, representantes, em sua maioria, da elite econômica e intelectual indiana

Caminhos do hinduísmo: entrevistas - Cristovão de Oliveira (08/03/2008)
O terapeuta ayurveda Cristovão de Oliveira explica o sentido da religiosidade no hinduísmo.

Caminhos do hinduísmo: entrevistas - Frank Usarski (08/03/2007)
O cientista da religião Frank Usarski fala sobre o que ele considera fundamentos do hinduísmo: a ortopraxia e o inclusivismo.

Caminhos do hinduísmo: entrevistas - Mário Sérgio Cortella (08/03/2007)
O filósofo e teólogo Mário Sérgio Cortella fala da dificuldade do Ocidente em compreender o hinduísmo.

Melhores momentos do chat sobre a série Caminhos do hinduísmo (08/03/2007)
Christiane Pelajo, o repórter cinematográfico Marcelo Benincassa e a produtora Patrícia Carvalho falam sobre as suas experiências na Índia.


domingo, 13 de abril de 2008

domingo, 30 de março de 2008

Fotografía del día, del año, del mes, del siglo

Esta foto fue extraída de un periódico hindú y llegó con la siguiente leyenda:

“SOLO QUIEN ES POBRE PROCEDE CON TANTA GENEROSIDAD.
QUE PENA QUE EL HOMBRE NO SEA SIEMPRE ASÍ”

… pienso que solo quien es verdaderamente RICO (de amor y sentimiento) actúa así…

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Onde Existe Luz

Paramahansa Yogananda

Sabedoria prática para o dia-a-dia


Ensinamentos compilados de palestras e escritos de Yoganada que ensinam a transformar em êxito os fracassos, tomar decisões, superar o medo, entender a morte e muito mais.


Os temas incluem:
Descobrir a sabedoria e a força necessárias para tomar decisões navida.
O antídoto para a tensão, as preocupações e o temor.
Transformar em êxito os fracassos.
Segurança num mundo inseguro.
Aperfeiçoar os relacionamentos humanos.
O poder das afirmações e da oração.
Compreender a morte.
Desenvolver uma relação pessoal com Deus.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Caminhos do hinduísmo

Caminhos do hinduísmo: entrevistas - Frank Usarski





Reportagem: Christiane Pelajo
Jornal da Globo

O cientista da religião Frank Usarski fala sobre o que ele considera fundamentos do hinduísmo: a ortopraxia e o inclusivismo.

Veja no vídeo ou leia a seguir:

Link: http://jg.globo.com/JGlobo/0,19125,VBH0-2927-62-270155,00.html
Vídeo: http://jg.globo.com/JGlobo/0,19125,VBH0-2927-62-270155,00.html#

"Eu acho que o hinduísmo é mais uma ortopraxia do que uma ortodoxia. Para um hindu, não é tão importante no que você acredita como o que você faz. O que você faz é o modelo dos sacerdotes, dos brâmanes; o que você faz tem a ver com seus deveres de castas - cada casta tem determinados deveres e também direitos. Então, aprender suas regras morais e como deve ser seu comportamento faz parte de uma vida hindu, no sentido de que a prática, o karma, é mais importante do que a própria crença. Por isso, a discussão entre hindus não é ideológica, normalmente. Não se pode acreditar, porque seu status na religião pode até exigir uma outra forma de religiosidade, que não é a mesma de seu vizinho. Ou seja: uma ortopraxia, em vez de uma ortodoxia.

Em segundo lugar, há a tendência inclusivista, no sentido dogmático. É possível superar contradições, porque o hindu tem consciência de que qualquer manifestação do relativo é relativa mesmo, e não é a última realidade: é um símbolo, e símbolos são variáveis. Você pode até entrar num templo hindu, como o de Shiva ou Vishnu, e ainda sentir a mesma veneração para a sua divindade; esse simbolismo é relativo, não é tão importante. Por isso, o hinduísmo é relativamente, tolerante neste sentido."

Veja aqui a série de reportagens completa ou o álbum de fotos da viagem do JG à Índia.