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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 7 de abril de 2009

Pessach: origens e história desta principal festa judaica e a sua ligação com a Páscoa cristã

IHU (07/04/2009): Pessach: origens e história desta principal festa judaica e a sua ligação com a Páscoa cristã: “Os povos do mundo costumam ressignificar seus rituais conforme os eventos históricos que marcam as suas vidas. Assim aconteceu com o povo de Israel. Ao ser liberto do Egito, passou a ressignificar os elementos básicos desta festa primaveril para expressar a sua compreensão do que havia acontecido e ritualmente expressar a sua fé, seu louvor e sua gratidão ao Deus que os libertou”, afirma Marie Ann Wangen Krahn sobre as diferentes formas de celebrar o período pascal. Segundo ela, o Pesach é a principal festa do ano judaico e relembra e celebra a libertação do povo de Israel da escravidão no Egito.



Pessach (Páscoa Judaica) 5769 / 2009

Veja mais:


Leia mais:

Revista Morashá (N.64/abril 2009)

sábado, 31 de janeiro de 2009

La Pascua y la fiesta de los ázimos: ¿una misma celebración?

La Pascua y la fiesta de los ázimos: ¿una misma celebración?: La etimología de la palabra “matzá” es ciertamente desconocida. Y como en el caso de ritual de Pascua, también este tipo de pan era conocido en la época pre israelita. En distintos casos se nos cuenta en la Biblia que aparecen horneando estos panes sin levadura, sin ningún significado ritual. La porción de la Torá de la presente semana (parashá Bo [Éxodo 10:1-13:16]) nos cuenta sobre el primer mandamiento que le fue ordenado al pueblo de Israel como tal, a saber: la institución de la Pascua y la fiesta de los ázimos (Éxodo 12:1-28, 43-51; 13:3-10). En su actual contexto literario, esta ordenanza sobre la fiesta se encuentra combinada con la décima plaga (la muerte de los primogénitos) (Éxodo 11:1-10; 12:29-34) y la salida de los israelitas de Egipto (12:35-42). (Nota: Según los biblistas, el largo texto sobre la Pascua parecería ser el resultado de la combinación de distintas fuentes literarias, a saber: una fuente antigua de tradición yahvista [12:21-23, 27b, 29-39]; adiciones en el estilo del Deuteronomio [12:24-27a; 13:3-16; quizá 13:12]; y algunas adiciones de la redacción sacerdotal: las leyes rituales y la significación de la Pascua [12:1-20, 28, 40-51]). >>> Leia mais em Aurora (31/01/2009).

terça-feira, 22 de abril de 2008

O Ovo de Páscoa: um delicioso símbolo de renascimento para os católicos

G1, em 19/03/2008 - Uma delícia tentadora, o Ovo de Páscoa chegou até nós advindo de tradições milenares, que estavam fortemente arraigadas nas comunidades primitivas humanas de base agrícola.

Os chineses e os persas, assim como os romanos e algumas tribos germânicas, consideravam o ovo um símbolo de vida e do renascimento de cada primavera após a noite invernal, razão pela qual o adotaram como objeto de culto e de veneração.

A movimentação dos astros, principalmente o Sol, assim como o ciclo das estações, eram de importância vital para as civilizações antigas baseadas na agricultura, o que explica a presença deste símbolo universal em diversas festividades anuais, especialmente nas ligadas à primavera.

Vários povos, como os chineses, os persas e os gauleses, pintavam ovos de diversas aves com cores vivas para evocar o sol da primavera, que aparece nesta época do ano no hemisfério norte, e que para os antigos representava um retorno à vida.

O ovo como símbolo de renascimento também estava presente nas antigas cerimônias da Pesach, a Páscoa judaica, quando se celebra o momento em que o anjo exterminador passou por sobre as moradias dos judeus escravizados no Egito, cujas portas haviam sido marcadas por ordem de Jeová para que escapassem do castigo divino contra os egípcios.

Este rito hebraico foi absorvido pelo cristianismo, religião na qual a tragédia litúrgica da crucificação, morte e ressurreição de Jesus Cristo se entrelaça também com rituais pagãos ligados à fertilidade e à idéia de ressurreição.

Em muitos destes ritos arcaicos, aparecia o símbolo milenar do ovo, arquétipo que, desde o alvorecer da humanidade, leva consigo a magia e o mistério do ressurgir periódico da vida.

Na Alta Idade Média, os cristãos adotaram o ovo como símbolo para festejar a ressurreição de Jesus Cristo na Páscoa de cada primavera boreal (hemisfério norte), depois dos sacrifícios que os fiéis se impõem durante a Quaresma.

Ovos de Páscoa feitos de chocolate, muito semelhantes aos que conhecemos hoje, surgiram inicialmente nos Estados Unidos no final do século XIX, e a partir daí se espalharam pelo mundo como um produto industrial, junto com a lenda do "Coelho da Páscoa", segundo a qual um coelho esteve preso com Jesus no Santo Sepulcro, tendo presenciado a sua ressurreição.

Ao sair dali, o animal teria sido o mensageiro da boa nova, e distribuiu entre os primeiros cristãos ovos pintados com cores vivas, que representavam a magia do renascimento, do retorno à vida.

Embora esta história, provavelmente medieval, não pareça estar ligada a nenhuma tradição cristã, cabe lembrar que o coelho era para os antigos, assim como o ovo, um símbolo de fertilidade e vida.

A partir do século XX, o Ovo de Páscoa adotou definitivamente o chocolate como matéria-prima e rapidamente de tornou um objeto de consumo que movimenta milhões de dólares, mas cuja origem mais remota poucas pessoas conhecem.

domingo, 23 de março de 2008

Em mensagem de Páscoa, papa pede paz no Tibete, Iraque e Oriente Médio


da Efe, na Cidade do Vaticano

FSP on-line, em 23/03/2008.

O papa Bento 16 incentivou neste domingo (23) soluções "que salvaguardem o bem e a paz" no Tibete, no Oriente Médio, "especialmente na Terra Santa", no Iraque, no Líbano e em algumas zonas africanas, como a região sudanesa de Darfur e a Somália.

As declarações do papa foram feitas durante sua mensagem de Páscoa, com a qual ele terminou os atos da Semana Santa. Bento 16 celebrou, perante dezenas de milhares de pessoas, a missa do Domingo da Ressurreição, com a Praça de São Pedro cheia de flores, e depois dirigiu a mensagem pascal.

Durante a mensagem, o papa falou das "chagas da humanidade, abertas e doentes em todos os cantos do planeta", que ocorrem quando as relações entre pessoas, grupos e povos estão marcadas pelo "egoísmo, injustiça, ódio e violência, em vez do amor".

No entanto, disse que essas feridas às vezes são "ignoradas e intencionalmente escondidas, chagas que rasgam a alma e o corpo de vários irmãos e irmãs".

O papa também se referiu às pessoas que se comprometem ativamente a favor da justiça e divulgam "sinais luminosos de esperança" nos lugares ensangüentados pelos conflitos e onde quer que a dignidade humana "seja denegrida". Além disso, pediu que seja justamente nesses lugares que "se multipliquem os testemunhos de benignidade e de perdão".

Toda a cerimônia esteve marcada por uma forte e incessante chuva, que foi lembrada pelo papa em diversas ocasiões. Ele pediu que ela fosse considerada como um dom de Deus para a terra.

Celebração da Páscoa

TV Globo - DFTV 1ª Edição, em 22/03/2008
Celebração da Páscoa
Fabiana Santos / Josuel Ávila

As mulheres da comunidade judaica tiveram trabalho ontem (21) para preparar a comida para o Purin, a Festa da Rainha Ester, que para os judeus, salvou o povo da morte há 2.370 anos.

Por causa do calendário lunar e por ser ano bissexto, a comemoração, que geralmente coincide com o carnaval, ficou próxima à Páscoa Cristã. Para celebrar o Purim, os judeus preparam biscoitos recheados com uvas e geléia, chamados rumantach, e também bolos de uva.

"Na sinagoga, nós lemos a História de Ester, que se chama "Meguilat de Ester”. E depois de todas as orações feitas, da História de Ester, que será contada, nós vamos lanchar”, conta a diretora de eventos da sinagoga Raquel Ungierowicz.

No calendário judeu, o ano em que estamos é o 5.768. A Páscoa judaica, chamada de Pessach, este ano, só ocorrerá daqui há um mês. O significado dela é libertação.

"A páscoa judaica é uma festa de liberdade. Ela simboliza a liberdade conseguida ao sair da escravidão do Egito - escravos fomos - para a liberdade e para a Terra Santa. É o momento em que Deus entrega o povo judeu à terra de Israel”, revela a presidente da Associação Israelita Vivienne Landwehr (foto).

Para os cristãos, o sentido da Páscoa é a ressurreição de Jesus Cristo. O que varia entre os cristãos evangélicos e católicos são os rituais de celebração da data.

Os evangélicos não celebram o calvário de Cristo, por isso não há o ritual da Via-Sacra. O mais valorizado, segundo o reverendo Vilarindo, representante dos pastores do Distrito Federal, é a existência de Jesus Cristo após a ressurreição.

"Aquele que já venceu a morte, aquele que já não está mais no madeiro, não está mais coroado de espinhos, aquele que está plenamente vivo para trazer paz e alegria", diz o presidente do Conselho de pastores do DF, pastor Vilarindo Lima.

Para a Igreja Católica, o ritual da Páscoa inclui a Paixão, que começa na quinta-feira com a missa da última Ceia. A Morte, na sexta-feira, com a adoração da Santa Cruz e a Via-Sacra. E a ressurreição, de sábado para domingo, com uma Vigília Pascoal.

"Queremos convidar a todos a pelo menos este sentimento de temor e, ao mesmo tempo, de respeito com a Semana Santa e com a celebração daquele que nós cremos que deu a vida por nós”, apela o pároco da Catedral Monsenhor Marcony.