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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Professora Doutora do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ e do Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC) do Instituto de História da UFRJ.

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

21 de janeiro: Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, 21 de janeiro, foi instituído pelo presidente da República, com a Lei Nº 11.635, em 27 dezembro de 2007. A data deve ser celebrada anualmente em todo o território nacional, fazendo parte do Calendário Cívico da União para efeitos de comemoração oficial.


Justificativa: Esta data foi escolhida em homenagem à Mãe Gilda de Ogum, sacerdotisa do Terreiro Ilê Axé Abassá. Veja porque. Em 1992, Mãe Gilda participou da manifestação a favor do impeachment para a deposição do então presidente Fernando Collor de Mello quando foi clicada por algum fotografo, a imagem acabou estampando seu rosto na Revista Veja, sete anos depois por volta de setembro de 1999 para surpresa da yalorixá na época com 65 anos de idade a mesma imagem aparece estampada no Jornal Folha Universal, na foto uma tarja preta sobre o rosto de mãe Gilda e a frase: "Macumbeiros e charlatões lesam a vida e bolso de clientes'', mãe Gilda faleceu no dia 21 de janeiro de 2000 um dia depois de assinar a procuração para iniciar uma ação contra a igreja Universal do Reino de Deus, sua filha a Yalorixá Jaciara Ribeiro dos Santos ficou sendo a representante do espolho de mãe Gilda levamos a Igreja Universal aos tribunais como réu condenando-a a igreja e a gráfica a pagarem 1.372.000.00 e a publicarem a sentença na capa do jornal por duas edições seguidas os desembargadores decidiram manter a condenação contra ambas reduzindo o valor da indenização para 960.000.00 que é o valor máximo adotado pelo TJ-BA em indenização por danos morais, eles recorreram e não querem pagar alegando que a yalorixá já está morta não tem direito algum. (Extraído de GPERNEWS 340, em 19/01/2012).


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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Cinco mitos sobre a perseguição anticristã

IHU (18/01/2012): Cinco mitos sobre a perseguição anticristã: Em seu discurso anual aos diplomatas do dia 9 de janeiro, o Papa Bento XVI destacou a liberdade religiosa com ênfase nos cristãos perseguidos em todo o mundo. "Em muitos países, os cristãos estão privados dos direitos fundamentais e marginalizados da vida pública", disse ele. "Em outros países, eles suportam ataques violentos contra suas igrejas e seus lares". A análise é de John L. Allen Jr., publicada no sítio National Catholic Reporter, 13-01-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Nesta semana, uma delegação de bispos católicos da Europa e dos EUA tentaram chamar a atenção para um pequeno capítulo dessa história global: a Faixa de Gaza, onde 2.500 cristãos vivem em meio a uma população esmagadoramente muçulmana de 1,5 milhão de pessoas. Eles se encontram presos em um torno formado pela militância islâmica, de um lado, e por um bloqueio imposto pelos israelenses e pelos egípcios, de outro. O bispo inglês William Kenney disse aos cristãos de Gaza, "Você não estão esquecidos". É um sentimento adorável, e os bispos da Coordenação para a Terra Santa, que inclui o bispo de Tucson, Gerald Kicanas, como o representante norte-americano, merecem crédito pelos seus esforços. No entanto, ficamos pensando quanta realidade existe por trás da afirmação de Kenney. O intelectual francês Régis Debray, esquerdista veterano que lutou ao lado de Che Guevara na Bolívia, observou que a perseguição anticristã se desdobra diretamente no ponto cego político do Ocidente – as vítimas são geralmente "muito cristãs" para estimular a esquerda e "muito estrangeiras" para o interesse da direita. Como contribuição para apagar esse ponto cego, vamos desmascarar cinco mitos comuns sobre a perseguição anticristã. >>> Leia mais, clique aqui.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Missa ao vivo na Internet

IHU (16/01/2012): Missa ao vivo na Internet: Antes, o Facebook, e agora a celebração eucarística ao vivo na Web TV. Objetivo: ir ao encontro, "contatar" e manter "conectados" o máximo possível de fiéis, particularmente aqueles que estão doentes ou impedidos por várias razões, descontínuos na participação, distantes ou mesmo simplesmente preguiçosos. A Igreja Católica de Busto Arsizio, na Itália, está cada vez mais na vanguarda da utilização das tecnologias e das redes sociais para dialogar com os fiéis. A reportagem é de Domenico Agasso Jr., publicada no sítio Vatican Insider, 13-01-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.

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domingo, 25 de dezembro de 2011

ONU aprova norma contra a intolerância religiosa

IHU (22/12/2011): ONU aprova norma contra a intolerância religiosa: Com a sua opção por um meio termo, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou por consenso uma norma em que se apela aos governos mundiais que combatam todos os sinais de intolerância religiosa. A ONU descartou o texto proposto pelo bloco muçulmano, que preferia uma condenação da "difamação religiosa". De acordo com seus críticos no Ocidente, essa terminologia justificaria a "lei da blasfêmia", que permite condenar à morte no Islã aqueles que insultam o Alcorão ou Maomé. A reportagem é de Francisco de Andrés, publicada no sítio ABC, 21-12-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.

Alunos judeus, islâmicos e cristãos ensinam tolerância em Israel

O Globo online (24/12/2011): Alunos judeus, islâmicos e cristãos ensinam tolerância em Israel: Uma árvore com guirlandas brilhantes, um candelabro com nove velas e o desenho de dois carneiros enfeitam o hall de entrada de uma escola diferente, no coração de Tel Aviv. Os três símbolos religiosos — que representam o Natal, Hanuká e a Festa do Sacrifício, as comemorações de dezembro de cristãos, judeus e muçulmanos — convivem pacificamente no Colégio Bialik-Rogozin, onde 900 crianças de baixa renda de 48 países, com idades entre 5 e 18 anos, encontram-se diariamente para estudar. Algumas nasceram em Israel, outras são filhas de refugiados ou imigrantes. Algumas enfrentam a ameaça de deportação, outras lutam por inclusão mesmo já tendo recebido cidadania. Todas, no entanto, têm algo em comum: histórias de conflito, pobreza e superação para contar. >>> Leia mais, clique aqui.