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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Para estudiosos, força do pentecostalismo é supervalorizada

IHU (29/10/2010): Para estudiosos, força do pentecostalismo é supervalorizada: Há exatos cem anos, quando chegou ao Brasil, o pentecostalismo evangélico trazia consigo a aversão à política. Suas denominações mantinham-se afastadas do cenário político inclusive durante a ditadura militar, quando a Igreja Católica progressista e parte do protestantismo tradicional se envolviam em movimentos pela redemocratização. A partir de 1986, no entanto, o neopentecostalismo expandiu sua influência para além dos espaços religiosos e chegou à arena política. "A justificativa central era que irmão tinha que votar em irmão", explicou o cientista social Ricardo Mariano, da PUC do Rio Grande do Sul, no segundo dia da reunião da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs). A reportagem é de Maria Inês Nassif e publicada pelo jornal Valor, 29-10-2010. >>> Leia mais, clique aqui.


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domingo, 8 de agosto de 2010

Uso da mídia é diversificado nas igrejas pentecostais

IHU (03/08/2010): Uso da mídia é diversificado nas igrejas pentecostais: O crescimento do pentecostalismo no Brasil não pode ser atribuído unicamente ao uso da mídia. Ele explica o fenômeno em parte, disse o cientista social Paul Freston. (...) “O meio de comunicação não funciona isoladamente, ele está dentro de um pacote maior, que inclui o contato com familiares, vizinhos, colegas de trabalho e também a ida à congregação local”, afirmou Freston em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Freston citou que há uma diversidade muito grande no pentecostalismo. De um lado, aparecem igrejas que recorrem aos meios de comunicação de massa, rádio e TV de modo especial, como é o caso da Igreja Universal do Reino de Deus, e há igrejas que rejeitam as mídias eletrônicas, como a Congregação Cristã, a segunda maior do país em número de frequentadores. (...) A divulgação religiosa no rádio ganhou intensidade no Brasil a partir dos anos 50 do século passado. Nos anos 70, programas religiosos começam a aparecer na televisão, primeiro com programação vindo do exterior, de cunho pentecostal. “Nos anos 80, transforma-se em uma indústria nacional”, historiou. As novas iniciativas partem, muitas vezes, de igrejas pentecostais recém-criadas, “que surgem com maior desinibição e ousadia”, e que são imitadas, em seguida, pelas igrejas pentecostais mais antigas. Na análise de Freston, a internet possibilita que grupos pequenos, que nunca teriam oportunidade de ter presença televisiva, possam fazer sua divulgação. “Também permite um processo mais democrático dentro de uma determinada igreja, por exemplo, com grupos dissidentes”, mencionou. >>> Leia mais, clique aqui.


segunda-feira, 17 de maio de 2010

Pentecostalismo no Brasil. Cem anos

IHU (17/05/2010): Pentecostalismo no Brasil. Cem anos: Surgido no ano de 1901 nos Estados Unidos, o pentecostalismo nasce no Brasil a partir de 1910. A edição da IHU On-Line desta semana analisa esta história centenária e debate a trajetória, as marcas e os rumos da igrejas pentecostais e neopentecostais. Contribuem neste debate o historiador e doutor em História da Igreja, Alderi Souza de Matos, a professora da UERJ, Cecília Mariz, o sociólogo e presbítero da Assembleia de Deus Betesda, Gedeon Freire de Aguiar, o jesuíta e professor da Unisinos, Inácio Spohr, o jornalista Marcos Sá Correa, a professora da Escola de Serviço Social da UFRJ, Maria das Dores Campos Machado e o sociólogo Ricardo Mariano. >>> Leia mais, clique aqui.


sábado, 15 de maio de 2010

O pentecostalimo no Brasil, cem anos depois. Uma religião dos pobres. Entrevista especial com Ricardo Mariano

IHU (15/05/2010): O pentecostalimo no Brasil, cem anos depois. Uma religião dos pobres. Entrevista especial com Ricardo Mariano: “Com exceção das denominações que priorizam o evangelismo de massas e realizam cultos em grandes catedrais (...), as igrejas pentecostais tendem a formar comunidades religiosas relativamente estáveis e pequenas. Isto é, elas são compostas por congregações e pequenos templos em que todos se conhecem, residem no mesmo bairro e compartilham coletivamente crenças, saberes, práticas, emoções, valores, os mesmos modos e estilos de vida, moralidade e posição de classe. (...) São laços gerados por meio do contato pessoal, de relações face a face, estabelecidas em frequentes e sistemáticas reuniões coletivas realizadas semanalmente, ano após ano. Eles tendem, assim, a formar relações fraternais de amizade, de confiança mútua e também de solidariedade com os ‘irmãos necessitados’”. A definição é do sociólogo Ricardo Mariano. Na entrevista que concedeu, por e-mail, à IHU On-Line, ele entende que “depois de um século de presença no país, o pentecostalismo prossegue crescendo majoritariamente na base da pirâmide social, isto é, na pobreza”. Na sua visão, o baixo prestígio social do pentecostalismo deriva “de seu relativo sectarismo e de sua crença na posse exclusiva do monopólio dos bens de salvação ou da verdade divina. Modos de ser e de pensar que se chocam com traços básicos da modernidade”. Ricardo Mariano é graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, onde também realizou o mestrado e doutorado em Sociologia. Hoje, é professor na PUCRS. Entre suas obras, citamos Neopentecostais: Sociologia do novo pentecostalismo no Brasil (São Paulo: Edições Loyola, 2005). Confira a entrevista.


terça-feira, 9 de março de 2010

O campo religioso brasileiro: pesquisas e produção do conhecimento – à guisa do crescimento pentecostal

Revista Espaço Acadêmico (março de 2010): O campo religioso brasileiro: pesquisas e produção do conhecimento – à guisa do crescimento pentecostal: Este artigo aponta as mudanças recentes no campo religioso brasileiro e a forma como elas foram captadas pela academia. A produção acadêmica sobre religião é intensa e plural. O debate em torno de um possível encantamento, desencantamento e reencantamento, transversalmente cortado pelas idéias de secularização e racionalização, tem sido basilar em toda a discussão. O pentecostalismo tem ocupado um lugar privilegiado, sobretudo por seu vertiginoso crescimento e pulverização nos espaços públicos e laicos. Tudo isso é uma tentativa de compreender as variações da religião na contemporaneidade e a forma em que ela tem se inscrito na história; ainda mais, a maneira como ela modifica a realidade, forja comportamentos e instaura identidades no seio da sociedade brasileira.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Intenção do Texto: O Diabo e a Guerra Santa no Imaginário dos Pentecostais: Espiritismo em confronto

Intenção do Texto: O Diabo e a Guerra Santa no Imaginário dos Pentecostais: Espiritismo em confronto

Jean Fabrício Dias Veríssimo

Mestrado em Ciência da Religião (UCG)

Data da defesa: 20/12/2005.

Resumo: Esta pesquisa se propõe a investigar o imaginário dos pentecostais. Para tanto, limitou-se a interpretar alguns textos (intenção dos mesmos) dos porta-vozes intelectuais das Igrejas Pentecostais. Esses são considerados textos arquétipos, isso possibilita o crescimento dos pentecostais. Para justificar essa afirmação, é feito um estudo da guerra santa e do Diabo, numa perspectiva histórica, em que os mesmos foram passados de geração para geração, e estão presentes no inconsciente coletivo. No imaginário dos pentecostais, as ofertas simbólicas concorrentes são relacionadas com o Diabo, segundo a intenção dos textos estudados. Aqui é proposto estudar uma dessas ofertas simbólicas concorrentes, o Espiritismo. Para tanto, foi feito um estudo do kardecismo no Brasil e a relação desse com as obras de Kardec, e por fim é exposto o espiritismo no imaginário pentecostal. O espiritismo é uma das representações do Diabo no imaginário pentecostal. Essa atitude (demonizar as ofertas simbólicas concorrentes) teria como objetivo possibilitar a hegemonia dos pentecostais no campo religioso.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O Diabo e a Guerra Santa

Universidade Católica de Goiás
Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião
Dissertação de Mestrado

Intenção do Texto: O Diabo e a Guerra Santa no Imaginário dos Pentecostais: Espiritismo em confronto
Autor:
Jean Fabrício Dias Ceríssimo.
Defesa: 20/12/2005.

Link: http://areia.ucg.br/tede/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=364

Resumo: Esta pesquisa se propõe a investigar o imaginário dos pentecostais. Para tanto, limitou-se a interpretar alguns textos (intenção dos mesmos) dos porta-vozes intelectuais das Igrejas Pentecostais. Esses são considerados textos arquétipos, isso possibilita o crescimento dos pentecostais. Para justificar essa afirmação, é feito um estudo da guerra santa e do Diabo, numa perspectiva histórica, em que os mesmos foram passados de geração para geração, e estão presentes no inconsciente coletivo. No imaginário dos pentecostais, as ofertas simbólicas concorrentes são relacionadas com o Diabo, segundo a intenção dos textos estudados. Aqui é proposto estudar uma dessas ofertas simbólicas concorrentes, o Espiritismo. Para tanto, foi feito um estudo do kardecismo no Brasil e a relação desse com as obras de Kardec, e por fim é exposto o espiritismo no imaginário pentecostal. O espiritismo é uma das representações do Diabo no imaginário pentecostal. Essa atitude (demonizar as ofertas simbólicas concorrentes) teria como objetivo possibilitar a hegemonia dos pentecostais no campo religioso.