Nosso Blog é melhor visualizado no navegador Mozilla Firefox.

Pesquisar este blog

Total de visualizações de página

Translate

Perfil

Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

Seguidores

Mostrando postagens com marcador Jerusalém. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jerusalém. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Exposição em Jerusalém reúne medos e superstições do judaísmo

Bom Dia Brasil (29/07/2010): Exposição em Jerusalém reúne medos e superstições do judaísmo: O medo do desconhecido, do sobrenatural, sempre fascinou o homem. No judaísmo, a busca pela proteção atravessou os tempos e produziu objetos de poder curiosos. >>> Leia mais, clique aqui.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Correspondente, um olhar estrangeiro - Ari Peixoto – Jerusalém

Jornal Hoje (21/04/2010): Correspondente, um olhar estrangeiro - Ari Peixoto – Jerusalém: O correspondente da TV Globo no Oriente Médio fala das diferenças da vida noturna em relação ao Brasil e da complicação que é compreender os rótulos de produtos em supermercados. >>> Veja mais, clique aqui.

sábado, 5 de setembro de 2009

“Religions & Jerusalem”, site dedicado às três religiões monoteístas

Zenit (04/09/2009): “Religions & Jerusalem”, site dedicado às três religiões monoteístas: JERUSALÉM, sexta-feira, 4 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Por ocasião da visita papal à Terra Santa, dois jornalistas francófonos –Catherine Dupeyron e Jean-Marie Allafort– que vivem em Israel lançaram um site de informações, “Religions & Jerusalem”, consagrado às três religiões monoteístas na Terra Santa. O objetivo do site é, segundo indicam seus promotores, “falar das três religiões monoteístas em sua realidade cotidiana, sua diversidade e sua complexidade com o fim de lutar contra a ignorância e o obscurantismo, fonte de racismo, de antissemitismo, de islamofobia ou de cristianofobia”. >>> Leia mais, clique aqui.

sábado, 29 de agosto de 2009

Muçulmanos celebram a primeira sexta-feira do Ramadã em Jerusalém

Jornal Nacional (28/08/2009)

sábado, 8 de novembro de 2008

'Museu da Tolerância' será construído sobre cemitério muçulmano e divide Jerusalém

Juan Miguel Muñóz

Em Jerusalém – El País, em 08/11/2008.


O venerado poeta israelense Yehuda Amichai sentenciou há 30 anos: "O ar de Jerusalém está saturado de rezas e de sonhos, como o ar das cidades industriais. É difícil respirar". Na muito tensa capital de Israel, não ajuda o sossego o faraônico e polêmico projeto financiado pelo Centro Simon Wiesenthal: a construção de um museu sobre o cemitério muçulmano mais antigo da Cidade Santa. Depois de dois anos de litígio judicial, a Suprema Corte deu a luz verde. Frank Gehry, o arquiteto contratado para levantar um edifício bem ao seu estilo, colocará mãos à obra para dar vida ao Museu da Tolerância. "Seu nome não poderia ser mais sarcástico para uma cidade onde a tolerância é zero", escreveu a crítica de arquitetura Esther Zandberg.


As lápides islâmicas ainda repousam - no prédio, entre lixos e arbustos - nesse campo santo fundado há quatro séculos. Várias organizações muçulmanas recorreram ao tribunal supremo em 2006 para impedir a construção do museu. Fracassaram. O tribunal ofereceu, entre outros, um argumento peculiar: como em 1960, quando se construiu um estacionamento em parte do mesmo local, não houve objeções, agora também não se deve impedir o projeto.


Centenas de palestinos e cidadãos árabes-israelenses, entre eles o mufti de Jerusalém, protestaram na última quinta-feira cercados por dezenas de policiais. Eles contam com um aliado circunstancial e peculiar, mas que não será de grande ajuda: os judeus ultra-ortodoxos, que consideram as tumbas sagradas.


Em 2006, quando foram iniciadas as obras, centenas de esqueletos afloraram à superfície. E, como o eterno descanso merece veneração, a decisão do tribunal concede aos administradores do museu 60 dias para enterrar os ossos em outro lugar ou instalar uma barreira que separe os cimentos do edifício das tumbas. Ninguém duvida agora que se encontrará uma solução.


Sobre 30 mil m2 e graças a um investimento de 200 milhões de euros, Gehry vai construir um museu dedicado à tolerância e à coexistência - o mais caro do mundo em uma cidade carente de recursos, das mais pobres de Israel. E sempre cercado de polêmica. Quando se apresentou a iniciativa, em 2004, o Museu do Holocausto garantiu que o genocídio dos judeus não seria abordado. Os promotores afirmam que o novo museu - que será dotado de um centro de conferências, um teatro e museus para adultos e crianças - terá por objeto as tradições judias e as relações de Israel com os países árabes. Ligações presididas por qualquer atributo, exceto o da tolerância.


O museu servirá sem dúvida para apagar mais um vestígio do passado árabe no oeste da cidade. A poucos metros do cemitério está sendo construído um hotel luxuoso em local que pertenceu ao Conselho Supremo Islâmico. Altas torres de apartamentos já cercam belas casas árabes do período otomano. Os protestos de arquitetos e urbanistas israelenses não surtem efeito. As muralhas da cidade velha, construídas no tempo do sultão Suleiman o Magnífico, são cada dia menos visíveis de Jerusalém ocidental. Um flamejante centro comercial e um bloco de apartamentos - de preços proibitivos - são um muro intransponível a dezenas de metros das muralhas.


Esther Zandberg, crítica de arquitetura do jornal "Haaretz", estima que a vida urbana no bairro de Nahalat Shiva sofrerá um duro golpe. Para rebater um dos argumentos empregados por seus defensores, ela escreveu na quarta-feira sobre o fomento ao turismo: "Jerusalém é única em si mesma, se a oferta que é realmente única for administrada adequadamente". Não parece que uma obra de Frank Gehry nem a recém-inaugurada ponte de Santiago Calatrava poderão se transformar em atrativo mais poderoso para os turistas do que as vetustas pedras que inundam a terra bíblica. Mas Zandberg teme o contrário. "O veredicto do tribunal destrói as esperanças de conter esse projeto ridículo, que afinal não é mais que uma fonte de disputa e discórdia que inflamará as chamas do ódio e dará lugar a um monstrengo no centro de Jerusalém".

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves


terça-feira, 12 de agosto de 2008

Viagem a Jerusalém

Um painel fotográfico e fragmentos de várias sinagogas do período bizantino (70 d.C. - 640 d.C.) montados no Masp ajudam a entender como cristãos conviveram com os judeus na Terra Santa.

Com peças do Museu de Israel, mostra no Masp recria Terra Santa e reúne evidências arqueológicas que remetem a passagens bíblicas.

SILAS MARTÍ
DA REPORTAGEM LOCAL – Folha de São Paulo, Ilustrada, em 12/08/2008.

Ele não está lá, mas tudo serve para provar que ele esteve, de fato, entre nós. Em uma mostra candidata a "blockbuster", o Masp montou uma réplica da Terra Santa no subsolo. São cerca de cem peças do Museu de Israel, de Jerusalém, muitas delas evidências arqueológicas de momentos da era cristã narrados na Bíblia. Estão reunidas em uma exposição que será aberta amanhã para o público.

O período histórico coberto pela mostra, na verdade, vai bem além da vida de Cristo, passando por três momentos-chave da história de Israel e dos territórios palestinos, a chamada Terra Santa: o período israelita (1000 a.C. - 586 a.C.), o do segundo templo (538 a.C. - 70 d.C.) e o período romano ou bizantino (70 d.C. - 640 d.C.). Ao todo, são 16 séculos de história.

No primeiro momento, a mostra relembra o reinado de Davi, que começou em 1000 a.C. Uma pedra logo na entrada da exposição traz uma inscrição que menciona a dinastia que governou o reino de Judá.

Nesta ante-sala à parte mais conhecida da história, ficam objetos de culto popular, como ídolos da fertilidade, entre eles uma garrafa em forma de romã, além de capitéis e balaustradas de construções da época, com grande influência dos fenícios.

Um túnel montado no museu conduz os visitantes à sala que ilustra o chamado período do segundo templo, após a diáspora e o retorno dos judeus.

Um busto de Alexandre, com sua farta cabeleira e traços do período helênico, é o destaque desta sala. "Alexandre tentou unificar o reino com religião, filosofia, arte e administração", diz à Folha a curadora da exposição, Yael Israeli, do Museu de Israel. "Foi o início da construção da civilização ocidental."

Outros objetos ajudam a entender a rotina da época. Ossuários mostram o costume de enterrar os mortos e, num segundo sepultamento, recolher só os ossos em baús. A mostra tem ossuários de um Jesus, uma Maria e um José - não é, evidentemente, a família de Cristo, mas dá a entender que os nomes eram comuns no período retratado.

É no mesmo espaço que estão utensílios domésticos semelhantes aos que Jesus e seus apóstolos poderiam ter usado no episódio bíblico da Última Ceia. Logo ao lado, estão jarros de pedra que seriam do mesmo tipo usado por Jesus na transformação da água em vinho, narrada no Novo Testamento.

Faz-se alusão à crucificação de Cristo com evidências arqueológicas, entre elas o único indício tangível da existência de Pôncio Pilatos: uma pedra com uma inscrição que menciona Pilatos como o prefeito da Judéia. Foi ele quem presidiu o julgamento e condenou Jesus à morte na cruz.

Um osso de calcanhar atravessado por um prego, exposto ao lado da pedra de Pilatos, deixa claro que a crucificação era um método corrente de execução. Ainda assim, segundo o catálogo da mostra, esta é a única evidência arqueológica que prova que os executados eram, de fato, pregados na cruz.

Na última sala da exposição, a reconstituição de uma igreja cristã ao lado de fragmentos de uma sinagoga mostra que judeus e cristãos conviveram lado a lado por séculos.

Há grande semelhança, inclusive, entre igrejas e sinagogas. Nos relevos das construções judaicas, apenas substituíam a cruz por um menorá, o candelabro de sete braços dos judeus.

"Muitos dos objetos nas igrejas e sinagogas eram feitos pelo mesmo artesão", diz Israeli. "Era só dizer se queria uma cruz ou um candelabro."

16
séculos é o período histórico coberto pela mostra, dividida entre os períodos israelita (1000 a.C. a 586 a.C.), do segundo templo (538 a.C. a 70 d.C.) e bizantino (70 d.C. a 640 d.C.)

100
obras vieram do Museu de Israel, em Jerusalém, para o subsolo do Masp, onde uma espécie de réplica da Terra Santa foi erguida para a exposição que abre amanhã para o público

Comentário

Raridades surgem em seleção artificial

Objetos da mostra "Tesouros da Terra Santa" foram escolhidos por ajudarem a ilustrar relatos históricos conhecidos

RICARDO BONALUME NETO
DA REPORTAGEM LOCAL
– Folha de São Paulo, Ilustrada, em 12/08/2008.

Achados arqueológicos são fragmentos volúveis do passado, pois sua preservação depende muito do acaso. Materiais orgânicos, como ossos e madeira, são bem mais raros do que objetos resistentes à passagem do tempo e das estações climáticas, como cerâmica, mármore ou vidro. Mesmo esses materiais podem estar disponíveis apenas em pedaços que exigirão paciência e habilidade para serem remontados.

Isso ajuda a explicar o recorte feito na exposição "Tesouros da Terra Santa". A idéia original era mostrar apenas objetos da era de Jesus Cristo. No entanto, mesmo o mais importante museu israelense não teria objetos suficientes para uma mostra que não fosse limitada e repetitiva. Resta pouco da "cultura material" dos primórdios da era cristã.

Felizmente, o âmbito da exposição foi alargado para incluir um período mais extenso, o que permite ao visitante acompanhar tanto a evolução do judaísmo como sua convivência com a nova religião.

Objetos variados de culto religioso, da vida cotidiana e da administração do poder real e imperial mostram esse relacionamento complexo, mediado tanto por guerras como pelo cotidiano de comunidades dividindo o mesmo espaço.

Os objetos foram escolhidos por ajudarem a ilustrar relatos históricos conhecidos, estejam eles na bíblia judaico-cristã ou em textos como o do historiador judeu Flávio Josefo, que descreveu a destruição de Jerusalém pelos romanos no ano 70 d.C. Não chega a ser um problema grave da exposição, mas é preciso percorrê-la tendo isso em mente: trata-se de um conjunto de objetos agrupados de modo artificial. Em parte isso se deve por serem poucos e raros, mas principalmente porque se quer ilustrar uma história já conhecida.

Atrações
Há atrativos óbvios para o visitante interessado na vida de Jesus, como objetos de mesa que poderiam ter feito parte de uma "santa ceia". Mas são colocados fora do contexto arqueológico original e unidos agora de modo um tanto forçado para enfatizar a reverência religiosa.

Outro exemplo é um "meio shekel" de prata que cada homem adulto judeu deveria doar por ano ao templo. A moeda de prata foi colocada ao lado de exatas 128 outras de bronze, de modo a retratar o episódio bíblico em que Jesus se insurge contra os cambistas do templo.

Apesar dessa seleção artificial, alguns artefatos são ilustrativos por eles mesmos. É o caso de um menorá (candelabro de sete braços), objeto sagrado judaico, que inclui figuras de leões. Isso não seria permitido em tempos de religião mais estrita, mas serve para informar que naquele momento havia uma visão mais flexível do judaísmo e da convivência com os gentios (os não-judeus).

Outra boa justaposição de peças achadas em contextos distintos é particularmente representativa da convivência religiosa. São duas peças de mármore com decorações praticamente idênticas, com uma diferença básica - a que foi fabricada pelo artesão para a sinagoga tem um menorá no centro, enquanto a que foi entregue aos cristãos traz cruzes.

Veja mais:



quinta-feira, 19 de junho de 2008

Jerusalém pertence a quem? (lançamento de livro)


Lançamento do livro Jerusalém pertence a quem? – Análise do conflito israelense-palestino à luz do Direito Talmúdico, do Direito Islâmico e do Direito Internacional Público, no dia 27 de junho de 2008, às 19 horas, na Livraria Cultura (Paço Alfândega, Recife Antigo).


Haverá palestra e debate, com a participação do Prof. Dr. Michel Zaidan (CFCH/UFPE) e a Profa. Dra. Ângela Calábria (FDR/UFPE), tendo como mediador o jornalista Homero Fonseca (Revista Continente Multicultural), além de representantes das comunidades judaica e islâmica.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Jerusalém e a Terra Santa

Jerusalém e a Terra Santa
Autor:
Dorling Kindersley
Edição: 1a. edição, 2000
Idioma: Português
Número de páginas: 304 páginas
Editora: PubliFolha
Sinopse: O 'Guia Visual Jerusalém e Terra Santa' traz roteiros para conhecer os bairros judeu, muçulmano e cristão, onde ficam marcos milenares como o Muro das Lamentações e o Haram esh-Sharif, sede do Domo da Rocha, terceiro local mais importante do islamismo. O guia traz também um roteiro pelo Monte das Oliveiras, palco de várias passagens da vida de Jesus, e atrações da região, como o Mar Morto, a Fortaleza de Mosada, na Jordânia, e Jerash, a mais preservada cidade romana da região. ATENÇÃO - As informações deste guia foram as mais atualizadas possíveis até o fechamento da primeira edição (2000). Alguns dados como telefones, preços, horários de funcionamento, estabelecimentos indicados e informações de viagem estão sujeitos a alteração e podem ter mudado. Não podemos garantir a validade dessas informações, nem nos responsabilizar por qualquer conseqüência decorrente do uso desse guia.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008