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- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
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sábado, 16 de março de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
A grande transformação no campo religioso brasileiro
A edição número 43 dos Cadernos IHU em
formação, intitulada “A
grande transformação no campo religioso brasileiro” recupera
entrevistas já publicadas pelo IHU em outros momentos sobre o novo mapa
religioso brasileiro.
A
partir do que apresenta o Censo
2012, recentemente publicado pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística – IBGE, aparecem traços que indicam uma grande
transformação do campo religioso brasileiro.
O
mapa religioso que emerge desta publicação, já debatido por pesquisadores e
pesquisadoras nas páginas diariamente atualizadas do sítio do Instituto
Humanitas Unisinos – IHU, juntamente com a edição
400 da Revista IHU On-Line, é o tema desta publicação.
Veja
mais:
domingo, 4 de novembro de 2012
A grande transformação do campo religioso brasileiro
IHU online (27/08/2012, número 400): A
grande transformação do campo religioso brasileiro: A grande
transformação do campo religioso brasileiro O Censo 2010, recentemente
publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE desenha
os contornos que apontam para a grande transformação do campo religioso
brasileiro. O mapa religioso que emerge desta publicação, já debatido por
pesquisadores e pesquisadoras nas páginas diariamente atualizadas do sítio do
Instituto Humanitas Unisinos – IHU, são tema desta edição da IHU On-Line.
>>>
Leia mais, clique aqui.
Veja mais:
- Trânsito religioso e o ''permanente peregrinar''. Entrevista especial com José Ivo Follmann
- As religiosidades expressam a dinamicidade cultural brasileira. Entrevista especial com Cairo Mohamad Ibrahim Katrib
- Pluralismo, transformação, emergência do indivíduo e de suas escolhas. Entrevista especial com Pierre Sanchis
- O campo religioso brasileiro na ciranda dos dados. Entrevista especial com Faustino Teixeira
- Quanto mais pessoas tomam o caminho espiritual, mais as religiões declinam
- “A (re) construção da identidade religiosa inclui dupla ou tripla pertença”. Entrevista especial com Sílvia Fernandes
- IBGE divulga o CENSO das Religiões no BRASIL
Trânsito religioso e o ''permanente peregrinar''. Entrevista especial com José Ivo Follmann
IHU (14/09/2012):Trânsito
religioso e o ''permanente peregrinar''. Entrevista especial com José Ivo
Follmann: “A
esfera religiosa tende a se tornar uma esfera sempre mais diversificada e
plural”, declara o sociólogo. O mapa
religioso brasileiro, traçado a partir dos dados do censo 2010, pode ser
comparado à “ponta de um grande iceberg da esfera religiosa do Brasil, que
sinaliza para uma crescente diversificação e pluralidade”, afirma o sociólogo José Ivo Follmann,
por e-mail, à IHU
On-Line. Entretanto, apesar de sinalizar a “multiplicação de
novas formas de expressão do religioso”, a pesquisa do IBGE demonstra
uma “grande fragilidade dos números”, porque não contempla a diversidade
religiosa brasileira. “Existe uma riqueza muito grande que subjaz e que as estatísticas
ainda não estão conseguindo fazer emergir”, assinala. O pesquisador refere-se
aos seguidores das religiões de matriz africana e assinala que “qualquer
levantamento superficial que se faça, nas nossas regiões metropolitanas, leva à
constatação de números elevados em termos de espaços físicos dedicados a
religiões de matriz africana, como ‘casas’, ‘terreiros’ ou ‘centros’, com uma
multiplicidade ímpar de denominações, tanto pelo viés das ‘afrobrasilidades’
umbandistas como pelo viés de ‘africanidades’ mais cultivadas em suas tradições
de origem, muitas vezes também se expressando em suas formas cruzadas”. Para
ele, o censo 2010 reitera a diversidade religiosa brasileira, que
se manifesta, inclusive, naqueles que se declaram sem religião. Esse fenômeno
de desfiliação religiosa, esclarece, está relacionado com o “crescimento de uma
cultura favorável à independência dos sujeitos com relação aos atrelamentos
institucionais. Trata-se do crescimento de uma cultura que estimula a afirmação
dos sujeitos individuais, da independência subjetiva”. A subjetividade também
favorece o “trânsito religioso” e a constante experimentação nas
diversas matrizes religiosas, oportunizando ao fiel a elaboração de “processos
de identidade religiosa”. “É um misto, uma espécie de composição do processo de
peregrinação e de conversão. Muitas conversões acabam sendo passageiras e
predomina o ‘permanente peregrinar’”, complementa. José Ivo Follmann
é graduado em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul –
UFRGS, em Filosofia pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira, e em
Teologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos. É mestre em
Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP e
doutor em Sociologia pela Université Catholique de Louvain. É vice-reitor e
professor da Unisinos, onde leciona no Programa de Pós-Graduação em Ciências
Sociais. Também é diretor de Assistência Social da Associação Antônio Vieira –
ASAV. Confira a entrevista. >>> Leia mais, clique aqui.
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- As religiosidades expressam a dinamicidade cultural brasileira. Entrevista especial com Cairo Mohamad Ibrahim Katrib
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- IBGE divulga o CENSO das Religiões no BRASIL
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Pluralismo, transformação, emergência do indivíduo e de suas escolhas. Entrevista especial com Pierre Sanchis
IHU
(27/08/2012): Pluralismo,
transformação, emergência do indivíduo e de suas escolhas. Entrevista especial
com Pierre Sanchis: “Um dos grandes problemas
religiosos do próximo século será o da relação do indivíduo com a instituição
que lhe propicia uma identidade religiosa”, constata o sociólogo e especialista
em antropologia da religião. “Um dos grandes problemas religiosos do próximo
século será o da relação do indivíduo com a instituição que lhe propicia uma
identidade religiosa”, aponta Pierre Sanchis, em entrevista concedida
por e-mail à IHU On-Line. Dizer-se católico ou umbandista, até proclamar-se
evangélico, segundo ele, não será mais unívoco. “No caso de uma identidade tradicional,
a situação está clara: continua-se aderindo a uma identidade, mas escolhe-se o
conteúdo desta adesão”. E mesmo no caso de uma conversão, na medida em que o tempo
vai passando, a iniciativa individual na bricolagem de uma cosmovisão de fé e
de um mapa de vida tende a se alargar. “Neste sentido, as pesquisas deverão
afinar as suas perspectivas”. Para Pierre Sanchis, são múltiplas as
pesquisas que detectam o fenômeno de múltipla pertença quando se trata de identidade
religiosa declinada a partir de uma instituição, muito além dos 15.379 casos de
“declaração de múltipla religiosidade” mencionados no Censo 2010. “Estas
‘declarações’ terão sido espontâneas? Induzidas? A experiência parece provar
que uma pergunta explícita é necessária. Sem dúvida, várias perguntas são
possíveis e seriam reveladoras”. E continua: “Lembro-me de uma, que deu sempre
amplos resultados. Depois da pergunta clássica sobre ‘Qual é a sua religião?’,
aquela outra: ‘Tem outra religião que você diria sua também?’ Afinal, um censo
precioso, porque retrato de nossa realidade e incitação a modular este retrato.
Em várias dimensões”. Pierre Sanchis é doutor em sociologia pela
Universidade de Paris e especialista em antropologia da religião. É professor
emérito da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, pesquisador do
Instituto Superior de Estudos da Religião - ISER e membro do corpo editorial da
revista “Religião & Sociedade”. Confira
a entrevista. >>>
Leia mais, clique aqui.
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