Nosso Blog é melhor visualizado no navegador Mozilla Firefox.

Pesquisar este blog

Total de visualizações de página

Translate

Perfil

Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

Seguidores

Mostrando postagens com marcador Evangélicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Evangélicos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Evangélicos diminuem e somarão 16 milhões em 30 anos

IHU (06//04/2011): Evangélicos diminuem e somarão 16 milhões em 30 anos: Até 2040, a Igreja Evangélica da Alemanha (EKD, a sigla em alemão) deverá perder um terço dos seus atuais 24,2 milhões de membros. A previsão, com base em dados estatísticos, é do secretário de finanças da igreja, Thomas Begrich, em entrevista ao Serviço de Imprensa Evangélica (EPD). A informação é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 05-04-2011. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 8 de agosto de 2010

A nova reforma Protestante

Revista Época (Edição 638 - 07/08/2010): Os Novos Evangélicos: um movimento de fiéis critica o consumismo, a corrupção e os dogmas das igrejas – e propõe uma nova reforma protestante. A nova reforma Protestante: (...) Inspirado no cristianismo primitivo e conectado à internet, um grupo crescente de religiosos critica a corrupção neopentecostal e tenta recriar o protestantismo à brasileira. (...) Estima-se que haja cerca de 46 milhões de evangélicos no Brasil. Seu crescimento foi seis vezes maior do que a população total desde 1960, quando havia menos de 3 milhões de fiéis espalhados principalmente entre as igrejas conhecidas como históricas (batistas, luteranos, presbiterianos e metodistas). Na década de 1960, a hegemonia passou para as mãos dos pentecostais, que davam ênfase em curas e milagres nos cultos de igrejas como Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil e O Brasil Para Cristo. A grande explosão numérica evangélica deu-se na década de 1980, com o surgimento das denominações neopentecostais, como a Igreja Universal do Reino de Deus e a Renascer. Elas tiraram do pentecostalismo a rigidez de costumes e a ele adicionaram a “teologia da prosperidade” (leia o quadro na última pág.). Há quem aposte que até 2020 metade dos brasileiros professará à fé evangélica. >>> Leia mais, clique aqui.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Segundo o Datafolha, 25% dos brasileiros são evangélicos

FSP (26/04/2010): Segundo o Datafolha, 25% dos brasileiros são evangélicos: Os evangélicos já são 25% dos brasileiros, sendo 19% seguidores de denominações pentecostais, segundo levantamento concluído em março pelo Datafolha. Ainda não há pesquisas de intenção de voto segmentadas por religião na corrida presidencial. Em 1994, quando Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi eleito para o primeiro mandato, o segmento somava 14% da população. O crescimento do rebanho acompanha a redução do percentual de católicos, que hoje são 61%.


Veja mais:


sábado, 12 de dezembro de 2009

“Oração da propina” escandaliza e arranha credibilidade de evangélicos

ALC (07/12/2009): “Oração da propina” escandaliza e arranha credibilidade de evangélicos: A representação da Ordem dos Ministros Evangélicos foi encaminhada na quarta-feira, 2, pelo pastor Oséa Rodrigues de Oliveira, depois que a Polícia Federal deflagrou, no dia 27 de novembro, a operação Caixa de Pandora.


Arruda, do partido DEMocrata, aparece, numa das gravações, recebendo dinheiro do seu ex-secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, autor das denúncias. As imagens mostram políticos acomodando o dinheiro em sacos de papel e meias.


Evangélicos ficaram escandalizados com a “oração da propina”, proferida pelo presidente da Câmara Legislativa, deputado Leonardo Prudente, do DEM, e pelo corregedor da casa, deputado Júnior Brunelli, do Partido Social Cristão (PSC), acusados de envolvimento no esquema de corrupção. Na oração, eles agradecem a Deus pela “bênção” de terem Durval Barbosa em suas vidas, que integrava o governo Arruda. >>> Leia mais, clique aqui.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A religião e a lei

FSP (06/11/2009): Editoriais: A religião e a lei


A religião e a lei


Afastar preconceitos com relação aos evangélicos não se confunde com tolerar ilicitudes que seus líderes venham a cometer


UM MILHÃO de pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, esteve presente na Marcha para Jesus, durante a última segunda-feira, em São Paulo. Organizado por igrejas evangélicas, o evento reitera a importância adquirida por diversas denominações religiosas que, há algumas décadas apenas, mostravam-se numericamente inexpressivas diante do predomínio da fé católica no Brasil.


O censo de 1970 registrava pouco mais de 5% de protestantes, e quase 92% de católicos, na população. Números coligidos pelo Datafolha, em pesquisas realizadas entre 2006 e 2007, mostram uma redução acentuada no número de católicos (64%), contra 22% de evangélicos.

Nas grandes cidades brasileiras, cai a 56% a porcentagem dos católicos.


Como todo agrupamento em busca de afirmação identitária e influência no cenário público, as igrejas evangélicas não apenas promovem uma demonstração de sua capacidade mobilizatória, mas também enfatizam a necessidade de se dissolver o preconceito que ainda possam despertar em alguns setores de opinião.


De todo modo, a tradição de convivência religiosa está suficientemente arraigada no Brasil para afastar-se a ameaça, no tocante aos evangélicos, de que se tornem vítimas ou agentes de qualquer tipo de intolerância.


Tanto quanto a liberdade religiosa, é essencial no mundo moderno a separação entre a esfera das convicções de fé e o ordenamento político e jurídico da sociedade. Tolerância religiosa não se confunde com tolerância à ilegalidade, e a mobilização de fiéis não equivale ao julgamento dos tribunais.


Foi no rumo deste terreno movediço que, por momentos, encaminhou-se a manifestação de segunda-feira. Condenados e presos pela Justiça americana, os fundadores da Igreja Renascer não foram vítimas de perseguição religiosa, mas sim flagrados pela alfândega de Miami com US$ 56 mil dólares escondidos em malas, num porta-CDs e numa Bíblia.


Qualquer que seja a disposição dos participantes do evento em relação aos líderes da Renascer, uma celebração religiosa não é o palco para a manipulação plebiscitária por parte de personalidades que dominam, ao mesmo tempo, as linguagens da persuasão política e da mobilização confessional - como é o caso do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que no evento assumiu a defesa do casal condenado.


Seus argumentos, de resto, puderam ser avaliados pelo leitor, em artigo publicado ontem por este jornal. O espaço para o debate de pontos de vista, que a Folha se compromete desde sempre a manter, em tudo difere do das manifestações maciças de fé. Confundi-los é abrir caminho, não para a afirmação religiosa, mas sim para a negação da lei.

sábado, 30 de maio de 2009

Os Evangélicos (Série do Jornal Nacional, TV Globo)

Os Evangélicos (Série do Jornal Nacional, TV Globo)


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Evangélicos pescam fiéis na crise católica na Espanha

Enquanto Bento 16 alerta sobre a extinção da fé, os protestantes se multiplicam


Román Orozco, El País, em 15/10/2008.


O papa Bento 16 colocou o dedo na ferida na última segunda-feira: "A fé se debilita até extinguir-se" em alguns países. Precisamente naqueles que foram "ricos de fé e vocações". E, embora ele não tenha citado, a Espanha é um deles. Mas se a fé católica perde terreno outras o conquistam. A professora de antropologia da Universidade de Sevilha Manuela Cantón Delgado resume a questão: "Extingue-se a fé dos católicos, mas não a de seus primos-irmãos, os protestantes. Esta cresce de maneira incontível".


Os dados comprovam: há um século havia quatro mil; chegaram a 22 mil durante a República, em 1932; o franquismo os reduziu a sete mil; hoje somam 400 mil. Mais quase outro milhão de imigrantes, segundo dados da Federação de Entidades Religiosas Evangélicas da Espanha (Ferede).


Quais são os motivos do aumento dos evangélicos, termo que preferem a "protestantes"? Como indica o jovem pastor sevilhano José Pisa, neto do primeiro pastor evangélico cigano, em primeiro lugar está a democracia: "Com o franquismo era difícil reunir-se; com liberdade de expressão e liberdade religiosa pudemos nos expandir mais e melhor". E acrescenta Jorge Fernández Basso, responsável por comunicação da Ferede: "O cristianismo evangélico protestante é dinâmico e participativo e tende a crescer onde há liberdade".

A professora Cantón, que pesquisa há 20 anos o movimento evangélico na América Latina e na Espanha, afirma que "o catolicismo está há muito tempo em retrocesso diante das igrejas evangélicas, muito mais flexíveis". Religiões que, nas palavras dessa especialista, ao ser mais participativas e contar com centros de culto menores, provocam um maior conhecimento e apoio mútuo entre seus fiéis. Pelo contrário, a Igreja Católica mantém uma "organização muito vertical". Qual é a origem social dos evangélicos? Os primeiros protestantes espanhóis, há quatro séculos, pertenciam às classes altas e ilustradas. Hoje a grande massa de crentes é de classe média e às vezes moradores de bairros marginais.


Alguns especialistas indicam que crescem porque ocorreu uma "retirada" da Igreja Católica desses bairros. A professora Cantón prefere falar, mais que de uma retirada, de "uma certa rejeição à Igreja Católica espanhola atual, tão reacionária, que se manifesta de maneira pavorosa e nos traz lembranças perturbadoras".


A presença cada dia mais intensa de pastores evangélicos nas áreas deprimidas das cidades espanholas é outra razão de seu crescimento. Mas isso não significa que todos os católicos foram eliminados desses bairros. Porque a semente da Igreja operária dos anos 1950 e 60 ainda sobrevive em muitos lugares.


O padre católico Gabriel Delgado Jiménez é um bom exemplo. Diretor do Secretariado de Migrações do Bispado de Cádiz, Delgado é herdeiro do pensamento dos padres operários desde que foi trabalhador em Astilleros. Hoje realiza um trabalho invejável entre os jovens locais e os imigrantes. Delgado prefere falar de "estratégias diferentes" entre os católicos e outras confissões. "Os mórmons, as testemunhas de jeová ou os evangélicos da Filadélfia vão à conquista das pessoas. Nós não temos essa estratégia de caça e captura de fiéis", indica. "O nosso é mais presença é mais compromisso."


O padre Delgado afirma: "Em minha diocese sempre estivemos presentes nas ruas; há anos estávamos nas fábricas, hoje com os imigrantes". Mas a opinião que se colhe nos bairros mais marginais é que o católico se viu reduzido à sua expressão mínima, enquanto o evangélico se perfila como a religião dos pobres.


José Jiménez, 42, é cigano, vendedor ambulante e pastor evangélico em um desses bairros. Dirige a Igreja Evangélica La Unción na região mais conflituosa de Sevilha, as Tres Mil Viviendas. Um bairro onde a polícia, os partidos políticos, os serviços básicos do Estado permaneceram ausentes durante muitos anos; um bairro de 20 mil habitantes, dos quais quase a metade é analfabeta e está desempregada; um bairro acossado pela droga, onde os bombeiros deixaram de atuar, os carteiros passavam longe, os ônibus não chegavam e nem sequer se recolhia o lixo.


O pastor Jiménez chegou ao culto pela mão de sua companheira pouco antes de se casar. "Até então eu era um pecador, tinha feito coisas más". Hoje trabalha para recuperar "pessoas que não andam por um caminho reto, pois aqui há fugitivos da polícia, assaltantes, seqüestradores."


Através da Federação de Associações Cristãs da Andaluzia (Faca), os evangélicos ciganos desenvolveram inúmeros programas sociais. Entre os mais importantes, os de reabilitação de dependentes de drogas. A professora Cantón afirma que "muitas famílias ciganas se tornam religiosas só para fugir da droga". Como lhe disse um reabilitado, sua "terapia se chama Jesus de Nazaré".


Além desse trabalho social, os ciganos se sentem à vontade nas igrejas evangélicas porque, segundo a professora Cantón, nesses cultos "eles são os protagonistas, os pastores são ciganos como eles, enquanto na Igreja Católica se consideram marginalizados".


O pastor Jiménez utiliza a palavra sagrada para ajudar seus vizinhos. Uma palavra que ele aprendeu "no livro". O livro é a Bíblia. Sua conversa é cheia de citações bíblicas que decorou depois da leitura cotidiana. Algo que os católicos não fazem com a freqüência devida, como salientou o papa na semana passada na inauguração da 12ª edição da Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos. Bento 16 recomendou sua leitura, porque na Bíblia se encontra "a mensagem consoladora".


Se os católicos lêem pouco a Bíblia, os evangélicos são o contrário. No ano passado foram vendidos na Espanha 86.468 exemplares da Bíblia Rainha Valera (em castelhano, euskera, catalão e asturiano), a mais apreciada pelos protestantes, segundo dados da editora Sociedad Bíblica de España. A eles devem-se somar outras quase 20 mil importadas. Números que duplicaram os dos últimos quatro ou cinco anos. No mundo foram vendidos no ano passado quase 27 milhões de exemplares em espanhol.


Enquanto nos lares católicos quase não se encontra um exemplar dos Evangelhos, entre os evangélicos o habitual é que cada membro da família tenha seu próprio exemplar da Bíblia. "Inclusive dois ou três cada um", indica Lola Calvo, responsável por comunicação e desenvolvimento da Sociedade Bíblica.


A paixão pela Bíblia chega ao extremo de que os jovens evangélicos praticam a "esgrima bíblica". Eliseo Vila, diretor da Editorial Clie, com mais de 2.500 livros cristãos em espanhol, explica esse esporte singular: "Com a Bíblia na mão fechada, um indica um texto bíblico por sua referência, por exemplo, João 3:16, e ganha o primeiro que encontrar o texto e o ler, supondo que não o cite de memória".


Também decoram a Bíblia muito ciganos que não sabem ler. Ao todo, 150 mil ciganos de toda a Espanha são evangélicos, segundo a Ferede. Estão reunidos em cerca de 700 centros de culto, a maioria pertencente à Igreja Evangélica da Filadélfia.


Os evangélicos ciganos representam cerca de 10% do total de crentes que residem na Espanha. Mas são mais de um terço dos evangélicos espanhóis de nascimento. Juan Ferreiro, subdiretor-geral de coordenação e promoção da liberdade religiosa do Ministério da Justiça, cita ao redor de 1,3 milhão (cifra não oficial) o número de evangélicos residentes na Espanha. A Ferede o eleva para 1,5 milhão. Destes, 800 mil são imigrantes da Comunidade Européia que vivem na Espanha mais de seis meses por ano; 400 mil espanhóis e os demais imigrantes de diversos países, entre os quais se destaca o coletivo romeno, cada vez mais numeroso.


O Registro de Entidades Religiosas do Ministério da Justiça tinha contabilizadas em junho de 2008 um total de 1.437 igrejas evangélicas. A Ferede, por sua vez, tem registrados 2.600 centros de culto, mais outros 500 independentes. Algumas igrejas têm vários centros de culto, mas um só número de registro. Madri, Barcelona, Valência e algumas capitais da Andaluzia são as que registram maior número de fiéis.


Em 1992 o Estado assinou acordos de cooperação com três religiões de situação notória: evangélica, muçulmana e judia. Entre outras coisas, o Estado custeia o ensino dessa religião e em escolas oficiais. Em 130 delas se ensina protestantismo e em 41, o islamismo. A Fundação Pluralismo e Convivência, criada em 2005 pelo Ministério da Justiça, distribuiu em seus três anos e meio de existência mais de 14 milhões de euros entre as três federações religiosas signatárias desses acordos. Até maio de 2008 estas são as ajudas recebidas: evangélicos, 6.149.886 euros; muçulmanos, 5.887.825; judeus, 2.130.873.


O pastor Bernardo Serrano, 54, recebeu três subvenções da Fundação Pluralismo para programas de integração de sua Igreja Apostólica Pentecostal de Antequera (Málaga), uma das maiores da Andaluzia. Um dos que teve mais êxito foi o Cine Cero Cero. Ou seja, cinema sem álcool mais um filme que ressalta os valores humanos, como "Carruagens de Fogo". "Buscamos alternativas para a garrafa entre os jovens."


Serrano realizou um estudo sociológico em 2007 entre as 546 igrejas evangélicas da Andaluzia. Os resultados apontam na direção do crescimento: em 1970 havia 59 congregações; em 2008 somavam 546. O número de membros praticantes, isto é, batizados, cresceu de 16 mil para 40 mil. A eles devem-se acrescentar 67 mil estrangeiros.


Segundo o estudo, o perfil do evangélico andaluz, que pode ser extrapolado para o resto da Espanha, é o seguinte: classe média baixa (85%), entre 26 e 40 anos (40%) e com estudos secundários (56%). A maioria é de mulheres, em porcentagem muito semelhante à da população em geral (52,55%).


Além dos bairros, os evangélicos trabalham em prisões e hospitais. "Em alguns presídios já vão mais presos aos nossos cultos que aos católicos", diz o pastor Serrano, e cita o caso da penitenciária de El Dueso, na Cantábria.

Todo esse trabalho passa despercebido dos partidos políticos? É claro que não. É o que diz o pastor cigano Pisa: "Nos ofereceram de tudo: prefeituras ou ser o braço-direito do prefeito da vez. Os políticos andaluzes sabem que por trás há 150 mil votos diretos e 500 mil indiretos". Mas eles se mantêm longe da tentação: "Votamos por consciência, não recomendamos nenhuma opção".


Não recomendam, mas a levam no coração. O pastor malaguenho Miguel Rueda, 58, companheiro de Serrano, acredita que os de sua geração são majoritariamente de esquerda, como ele próprio, "devido à rejeição e a perseguição que houve no franquismo". Em resumo: a ditadura adubou a semente evangélica, que cresceu e se multiplicou na democracia.


Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves


quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Encontro das Luzes - Evangélicos se reúnem para pedir perdão aos judeus


Informe FIERJ – janeiro de 2008 – página 4.
Evang
élicos se reúnem para pedir perdão aos judeus
Em um evento inédito, líderes de igrejas evangélicas de Niterói se reuniram com a liderança da Comunidade Judaica Fluminense para pedir perdão pelo preconceito praticado no passado. Em um encontro de muita emoção, pastores de 50 igrejas evangélicas de Niterói, São Gonçalo e redondezas receberam uma delegação da FIERJ, no Solar dos Jambeiros, em Niterói, no dia 19 do dezembro [2007], onde vários pontos foram firmados. 0 mais importante é o olhar para o futuro. Um compromisso formal de educar as novas gerações sem o preconceito histórico, com renúncia total ao anti-semitismo. Educando as novas gerações com respeito à nossa religião, condenando a prática proselilista de alguns grupos cristãos que tentam de lorma agressiva converter membros de nossa comunidade, e condenando as infames acusações de rituais secretos e deicídio. Após o encontro, várias questões foram levantadas, entre elas, a criação de um Fórum Permanente para discussão de problemas comuns, e de programas gue visam ao fim do preconceito e da discriminação. Este encontro histórico, totalmente organizado com respeito à agenda de interesse de nossa comunidade. já resultou em ida de membros de nossa comunidade para palestras sobre o Holocausto, sobre a crise do Oriente Médio, sobre a luta contra o racismo em nossos país. Iniciativas deste tipo serão sempre incentivadas.

Veja também:
No Programa “Comunidade na TV” – domingo – dia 13 de janeiro de 2008 foi exibida a matéria sobre o encontro entre os líderes de igrejas evangélicas de Niterói com a liderança da comunidade judaica fluminense.

Veja o link no YouTube:
http://www.fierj.org.br/tv/ctv.htm
programa 1.275
- 13/jan/2008

Comunidade na TV de 13-jan-2008
Programa Especial - Encontro das Luzes - Cobertura completa do encontro de representantes de 50 designações evangélicas e a comunidade judaica fluminense
http://www.youtube.com/watch?v=f9rXIF5M-Q0