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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 13 de novembro de 2010

Cultura política brasileira, práticas pentecostais e neopentecostais

Cultura política brasileira, práticas pentecostais e neopentecostais: A presença da Assembléia de Deus e da Igreja Universal do Reino de Deus no Congresso Nacional (1999-2006)

Saulo de Tarso Cerqueira Baptista

Tese de doutorado em Ciência da Religião (Universidade Metodista da São Paulo)

Data da defesa: 08/03/2007.

Resumo: Esta tese apresenta uma análise das práticas políticas de parlamentares pentecostais e neopentecostais da Assembléia de Deus e Igreja Universal do Reino de Deus no Congresso da República do Brasil, de 1999 a 2006. Compara essas práticas pentecostais e neopentecostais com padrões de comportamento da cultura política brasileira e as ações correspondentes do Estado nacional como preservador dessa mesma cultura. São estudados os agentes religiosos citados desde a investida que suas igrejas fizeram na política nacional, a partir da Constituinte de 1987-1988, mas o corte temporal são as duas legislaturas, de 1999 até 2006. O foco principal da análise é a Frente Parlamentar Evangélica constituída em 2003. O envolvimento de pentecostais e neopentecostais em casos de corrupção e apropriação de recursos públicos, conhecidos como “mensalão” e “máfia dos sanguessugas”, é amplamente abordado no último capítulo deste trabalho.


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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Para estudiosos, força do pentecostalismo é supervalorizada

IHU (29/10/2010): Para estudiosos, força do pentecostalismo é supervalorizada: Há exatos cem anos, quando chegou ao Brasil, o pentecostalismo evangélico trazia consigo a aversão à política. Suas denominações mantinham-se afastadas do cenário político inclusive durante a ditadura militar, quando a Igreja Católica progressista e parte do protestantismo tradicional se envolviam em movimentos pela redemocratização. A partir de 1986, no entanto, o neopentecostalismo expandiu sua influência para além dos espaços religiosos e chegou à arena política. "A justificativa central era que irmão tinha que votar em irmão", explicou o cientista social Ricardo Mariano, da PUC do Rio Grande do Sul, no segundo dia da reunião da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs). A reportagem é de Maria Inês Nassif e publicada pelo jornal Valor, 29-10-2010. >>> Leia mais, clique aqui.


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