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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 30 de abril de 2009

CONHECENDO O BUDISMO - Origens, crenças, práticas, textos sagrados, lugares sagrados

CONHECENDO O BUDISMO - Origens, crenças, práticas, textos sagrados, lugares sagrados

Autor: Malcolm David Eckel

Editora: Vozes (2009)

Sinopse: Este conciso volume oferece um acessível e abrangente introdução aos temas-chave da fé budista - a vida do Buda, ensinamentos espirituais e éticos, rituais e cerimônias, arte e arquitetura, textos sagrados, carma, meditação e iluminação, morte e vida após a morte. Ele traça a trajetória do Budismo, desde as suas origens na Índia antiga até seu lugar na atual sociedade ocidental, oferecendo um panorama único desta riquíssima tradição - uma maravilhosa introdução para aqueles que desejam familiarizar-se com o espírito do Buda.

CONHECENDO O HINDUÍSMO - Origens, crenças, práticas, textos sagrados, lugares sagrados

CONHECENDO O HINDUÍSMO - Origens, crenças, práticas, textos sagrados, lugares sagrados

Autor: Vasudha Narayanan

Editora: Vozes (2009).

Sinopse: Conhecendo o hinduísmo é uma acessível introdução aos temas essenciais do hinduísmo, desde sua antiga cosmologia, filosofia e arquitetura sagrada até seus milhares de deuses e deusas. A literatura do hinduísmo - uma das mais antigas do mundo - é descrita e explicada, desde os textos sagrados como os Vedas e Upanixades até as sempre populares epopéias do Ramayana e do Mahabharata. Além disso, realça-se de modo especial a celebração do ciclo vital no hinduísmo, passando em revista a diversidade de seus rituais e cerimônias.



sexta-feira, 24 de abril de 2009

Morte no corpo, vida no espírito: o processo de luto na prática espírita da psicografia

Morte no corpo, vida no espírito: o processo de luto na prática espírita da psicografia

Maria Cristina Mariante Guarnieri

Dissertação de mestrado em Ciências da Religião (PUC-SP).

Data da defesa: 30/03/2001.

Resumo: A tendência à banalização da morte e do morrer tem crescido muito. O mundo secularizado trouxe grandes avanços para a humanidade mas, como consequência, uma dura realidade se revela: não há lugar para as expressões de sofrimento, dor e morte. Esta realidade já é visível nos grandes centros urbanos, onde os ritos e espaços que possibilitam a integração e a reflexão sobre a morte, são pouco valorizados. Entrar em contato com a morte nos obriga a encontrar um outro sentido para a vida, mas também nos leva a buscar o da morte. Partindo da compreensão sobre morte e luto no desenvolvimento humano, baseada em autores como Carl Gustav Jung, John Bowlby, Colin Parkes, foi possível perceber que o tema pedia uma ampliação para abordá-lo. A sociologia do conhecimento de Peter Berger e Thomas Luckmann, a antropologia da morte de Edgar Morin, as contribuições do historiador Phillipe Àries auxiliaram em uma visão mais completa deste ser humano diante da consciência de sua mortalidade. O objetivo desta dissertação é demonstrar a importância do espaço religioso, especificamente o espiritismo, como continente à elaboração do luto e às questões sobre a finitude humana. O espiritismo, por acreditar em uma vida após a morte, entende que é possível comunicar-se com os espíritos dos mortos. A prática da psicografia, analisada neste trabalho, acaba sendo um meio facilitador nesta elaboração e acaba por criar um espaço de acolhimento deste enlutado e de suas questões. Finalizando, foram escutados 17 enlutados que contam sobre sua experiência de perda, fundamentando a importância de nos abrirmos para questão, do sentido de ser humano. Este trabalho pretende contribuir para a compreensão da religiosidade como pertencente a psique humana e como a existência do indivíduo é permeada por crenças, símbolos e atitudes religiosas que permitem integrar a morte em sua história mas, principalmente, resgatar e valorizar a vida.

Tradición vs. transgresión

Aurora (23/04/2009): Tradición vs. transgresión: Laura Broitman - Lo inherente a la tradición es la continuidad, lo inherente a la transgresión es el cambio.


Estos conceptos tan opuestos en apariencia tienen cada uno de ellos ventajas y desventajas. La tradición, la continuidad, nos da una sensación de seguridad donde cada uno sabe exactamente el rol que cumple y los roles de los demás. Además de darnos pautas para vivir: sin la seguridad que la tradición implica no se podría vivir, estaríamos inmersos en un terreno fangoso y cambiante que no permitiría que se afianzara ningún vínculo, ninguna ideología, ninguna investigación científica.


Existen distintos grados de conservación de las tradiciones y supongo que cuanto más evolucionada sea una sociedad, menos arraigos tradicionalistas conserva.


Pero también, y cómo no, hay una serie de desventajas a tener en cuenta. En primer lugar debemos comprender que la tradición es estatismo, en su peor forma, y la transgressión es evolución: sin elementos que transgredan las normas establecidas, la sociedad no evoluciona. >>> Leia mais, clique aqui.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Estratégias discursivas de persuasão em um discurso Religioso neo-pentecostal

Estratégias discursivas de persuasão em um discurso Religioso neo-pentecostal

Alex Antonio Peña-Alfaro.

Tese de doutorado em Lingüística (UFPE).

Data da defesa: 06/12/2005.

Resumo: Este trabalho tem como objeto de estudo o discurso religioso do grupo neopentecostal chamado Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), fundado em 1978 no Rio de Janeiro, Brasil, por um grupo de dissidentes da Igreja Nova Vida. O objetivo deste estudo é realizar uma análise discursiva das estratégias de persuasão utilizadas pela IURD nas suas práticas sociodiscursivas: pregações, comunicações, propaganda e escritos, conjunto denominado aqui de discurso iurdiano. A escolha deste tema se deve à relevância social do fenômeno da IURD enquanto instituição religiosa de grande projeção no Brasil e no exterior, onde também atua. A IURD alcança hoje milhões de pessoas com sua mensagem religiosa. Utiliza para isto um complexo de meios de comunicação de massa, o que lhe proporciona uma capacidade imensa de atingir ideologicamente a população. O estudo utiliza a perspectiva da Análise Crítica do Discurso, que considera o discurso como uma prática social dentro de um contexto sociocultural, analisa níveis e estratégias discursivas usadas para descrever e explicitar suas funções tanto nos textos como sociais, que são os propósitos e metas comunicativos e sociais dos participantes na interação discursiva. Complementam o marco teórico: a Ideologia, a Retórica, a Propaganda, Publicidade e Marketing. A hipótese básica é de que ocorre uma colonização na ordem do discurso iurdiano pelos sistemas da economia e mercado.O corpus principal é composto de textos do jornal eletrônico Folha Universal — especificamente da coluna de opinião, do bispo Macedo; e de outra de interpretação, de reportagem — coletados no período de agosto de 2003 a outubro de 2004, num total de 53 edições. Complementam este corpus citações de outras publicações da IURD. Os textos selecionados são analisados nos níveis pragmático, argumentativo, retórico e ideológico, buscando identificar as estratégias discursivas de persuasão. Os resultados são a identificação dos argumentos, metáforas, falácias e hipérboles mais usados e a análise das funções discursivas textuais e sociais desempenhadas no discurso religioso iurdiano.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Aspectos do Campo Religioso Mundial Contemporâneo

Revista Rever - dezembro - Ano 8 - 2008
Título:
Aspectos do Campo Religioso Mundial Contemporâneo - Entrevista com Michael Pye
Autor: Jorge Claudio Noel Ribeiro Júnior
Texto HTML - Texto PDF [páginas 158-168]

domingo, 19 de abril de 2009

Bento XVI pede fim do racismo e da intolerância

Zenit (19/04/2009): Bento XVI pede fim do racismo e da intolerância: CIDADE DO VATICANO, domingo, 19 de abril de 2009 (ZENIT.org). - O Papa afirmou hoje, durante a oração do Regina Caeli com os peregrinos reunidos em Castel Gandolfo, que «só o reconhecimento da dignidade do homem, criado à imagem e semelhança de Deus, pode constituir uma referência segura» na luta contra o racismo. O Papa fez estas declarações em referência à celebração, a partir de amanhã em Genebra (Suíça), da Conferência de exame da Declaração de Durban de 2001 contra o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância. >>> Leia mais, clique aqui.

sábado, 18 de abril de 2009

¿Por qué Moisés no es mencionado en la Hagadá de Pesaj? (II)

Aurora Digital (16/04/2009): ¿Por qué Moisés no es mencionado en la Hagadá de Pesaj? (II): Dr. Adolfo Roitman: Una tercer hipótesis es la ofrecida por el profesor I. Yuval de la Universidad Hebrea de Jerusalén (``Dos pueblos hay en tu vientre''. Percepciones de judíos y cristianos [Tel Aviv: Am Oved, 2000] p. 97) quien sugirió que la omisión de Moisés de la Hagadá de Pesaj se habría debido a querer eliminar toda referencia al ``enviado de Dios'', y de esta manera polemizar contra los cristianos que veían en Moisés un arquetipo de Jesús.


Veja mais:

Aurora Digital (07/04/2009)

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Luteranos incentivam diálogo inter-religioso

ALC (14/04/2009): Luteranos incentivam diálogo inter-religioso: A Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB) estimula a criação de grupos de diálogo inter-religioso, com o objetivo de se conhecerem mutuamente, quebrar barreiras de preconceito e medo, buscando um clima de respeito e confiança mútuos e de solidariedade.

Ocidente e Islã: os medos recíprocos. Entrevista com Gilles Kepel

IHU (16/04/2009): Ocidente e Islã: os medos recíprocos. Entrevista com Gilles Kepel: "Se nos esquecemos das teorias de Huntington, tudo se torna mais simples". Os europeus podem desempenhar um papel importante: na França, os jovens muçulmanos já são a vanguarda de uma nova geração híbrida e mestiça. "O discurso feito em Ankara por Barack Obama é um ótimo sinal que encerra a época do choque de civilizações teorizado por Samuel Huntington". Gilles Kepel, um dos maiores especialistas sobre o mundo muçulmano, está convencido disso. A reportagem é do jornal La Repubblica, 14-04-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Neopentencostais e religiões afro-brasileiras. Uma guerra instituída?

IHU (14/04/2009): Neopentencostais e religiões afro-brasileiras. Uma guerra instituída? Entrevista especial com Vagner Gonçalves da Silva: Impactos do neopentecostalismo no campo religioso afro-brasileiro é o tema de um livro recentemente publicado. Trata-se de intolerância religiosa? Estudiosos de diversas instituições analisam algumas das facetas dessa realidade complexa.

domingo, 12 de abril de 2009

Pequena história do coelho, do ovo e das tradições de Páscoa

Deutsche Welle (12/04/2009): Pequena história do coelho, do ovo e das tradições de Páscoa: Há séculos, famílias de diversas partes do mundo celebram a maior festa do Cristianismo de maneira parecida. No sábado, com a missa da Vigília Pascal seguida da queima simbólica do Judas e, no domingo, através da missa de Páscoa e da busca por ovos coloridos no jardim.



Deutsche Welle:

sábado, 11 de abril de 2009

Símbolos religiosos ornam casas legislativas

FSP (11/04/2009)

  • Símbolos religiosos ornam casas legislativas: A presença de símbolos religiosos em órgãos do serviço público é criticada por movimentos como o Brasil para Todos, que já encaminhou representações ao Ministério Público e ao Conselho Nacional de Justiça, pedindo a remoção de 13 símbolos religiosos presentes em tribunais e casas legislativas. (...) "Os símbolos nas casas legislativas, como a Bíblia e o crucifixo, ferem a Constituição Federal, que impõe a separação de igreja e Estado. Se o Estado é laico, como vai dar preferência a um grupo religioso sobre todos outros?", questiona Daniel Sottomaior, engenheiro e presidente do Brasil para Todos. (...) "Eu sou contra os cultos nos espaços públicos. Não é uma atividade religiosa, mas sim a base de uma religião. O Estado cede seu lugar e suas instalações. É difícil não dizer que não está subvencionando de alguma maneira", disse Sottomaior. Ele cita o primeiro parágrafo do artigo 19 da Constituição: "É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios, estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público". Para o juiz de direito Roberto Lorea, o uso de símbolos e a realização de cultos estabelecem uma aliança entre o Estado e uma religião, que acaba sendo privilegiada em detrimento das demais.
  • Bíblia é "fonte de inspiração", afirma deputado

Católicos fazem Via Sacra em Jerusalém

Jornal Nacional (10/04/2009)

  • Católicos fazem Via Sacra em Jerusalém: Pelo menos 15 mil católicos se espremeram pelas ruas estreitas da cidade velha em Jerusalém para manter acesa uma velha tradição. A procissão pela Via Dolorosa, ou Via Sacra.


Jornal Nacional (10/04/2009)

  • Bento XVI percorre a Via Crúcis em Roma: O Papa Bento XVI presidiu a procissão da Via Crucis, em Roma. A cerimônia começa no anfiteatro do coliseu e termina na Colina do Palatino. As 14 estações lembram o sofrimento de Jesus.


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sexta-feira, 10 de abril de 2009

Páscoa é marcada por cerimônias tradicionais em todo o mundo

Em Cima da Hora (10/04/2009)


Manuel Rolph De V. Cabeceiras (10/04/2009, por email): Neste ano de 2009 (ou 5769 no calendário judaico) as festas judaica (o Pessach) e cristã da Páscoa são praticamente coincidentes, o que é raro!


Celebrada durante oito dias, de 15 a 22 de nissan (em 2009, de 9 a 16 de abril), acaba por abranger, neste ano, o Tríduo Pascal (celebrações do fim da Semana Santa cristã), o qual na liturgia católica, a partir de domingo abre o tempo pascal com duração de 50 dias, vindo a terminar na festa do Pentecostes (por isso, nesse período, todos os domingos são chamados domingos de Páscoa).


Cláudia A. Prata Ferreira: A festividade de Pessach já era anterior ao período do Êxodo. Na realidade marcava para os demais povos a entrada da primavera e havia o sacrifício do cordeiro e o pão ázimo. Na ressignificação vemos a transformação dessa festa como um verdadeiro marco fundador do judaísmo, da identidade judaica, uma festa fundamental. No cristianismo, vemos outra ressignificação, a festa deixa de ser a comemoração da libertação do cativeiro egípcio e marco fundador da religião judaica e da identidade judaica; agora ela se torna central na figura de Jesus e marco fundamental na formação da identidade cristã.


Pessach é conhecido por quatro nomes: 1) Chag HaPessach - a Festa do Cordeiro Pascal, em alusão ao sacrifício feito pelos cativos no Egito antes da última praga. Tal oferenda foi instituída nas gerações posteriores, sendo abolida juntamente com os demais quando da destruição do Segundo Templo. 2) Chag Hamatzot - a Festa dos Pães Ázimos. “Comereis pão sem fermento durante sete dias...” (Êxodo 12,15). Revivemos a pressa em fugir do Egito, não dando tempo à massa fermentar. Durante os dias da Festa, alimentamo-nos com pães assados unicamente de água e trigo. 3) Chag HaAviv - a Festa da Primavera. A vida começa a brotar no hemisfério Norte nesta época. Com ela, renovam-se nossas esperanças de uma vida melhor a todos. Pessach, segundo a Torá, deve ser celebrado justamente neste tempo tão propício à reflexão, tanto que, em função da disparidade entre os calendários lunar (judaico) e solar - o primeiro tem alguns dias a menos, o que acarretaria, com o passar dos anos, em um distanciamento de Pessach da Primavera - a cada dois ou três anos, um mês é adicionado. 4) Zeman Cherutênu - Época de nossa libertação. Nós, seres humanos, como um todo. Observação: a festividade de Pessach é comemorada ao longo de 8 dias.


Contagem do Ômer: "Omer" era uma antiga medida agrícola. No segundo dia de Pessach, costumava-se levar ao Templo uma oferenda de um Omer de cevada recém-colhida, em comemoração do início da colheita.


Na segunda noite de Pessach, iniciamos a Sefirát HaÔmer[1], contando 49 dias entre Pessach e Shavuot, dia em que a Torá foi outorgada ao povo de Israel. Esta contagem foi ordenada por Deus e serve como preparação ao povo para o recebimento da Torá. A palavra hebraica sefirá basicamente significa cálculo ou contagem.[2]


Shavuot: O feriado judaico de Shavuot (“Semanas”) permite pôr em evidência um aspecto dos festivais religiosos que, freqüentemente, não recebe muito foco: esses eventos são, ao longo do tempo, ressignificados. E a cada vez que ocorre uma substituição de significado, o grupo que logrou estabelecer a nova versão do evento trata logo de espessar esse conteúdo, para consolidá-lo e obter a adesão do povo. Esse esforço de espessamento consiste em desenvolver rituais paralelos, costumes e tradições de alguma forma conectados com aquilo que passou a ser o novo significado, ou o significado principal do festival.[3]



Veja mais:




[1] Sefirat Ha'Omer, a contagem de sete semanas entre os dois feriados, nos lembra simbolicamente que de acordo com o pensamento judaico, o que importa não é libertar-se de alguma coisa, mas libertar-se para alguma coisa. A liberdade não tem sentido se não for acompanhada do compromisso para com um ideal.

[2] O período que separa Pessach de Shavuot (sete semanas) é o período para que o grupo (judaico) se prepare para o recebimento da Torá. No grupo cristão é o período de Ascensão que separa a Páscoa cristã de sua próxima data, Pentecostes (a festa de Shavuot ressignificada), que no contexto cristão é a comemoração da descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos.

[3] No caso de Shavuot a ressignificação não é apenas a apropriação de uma festa de origem cananéia com outra leitura dentro do grupo judaico e posteriormente, outra ressignificação pelo grupo cristão: Shavuot perpassa períodos da história judaica com transformações de significados e chega aos dias de hoje com significados distintos para o grupo judaico e mesmo para a sociedade israelense.

Índia: “Ter o filho de um dalit é anomalia social”

Revista Época (10/04/2009)

“Ter o filho de um dalit é anomalia social”

Em entrevista a ÉPOCA, a cientista política Nanci Valadares, que prestou consultoria à TV Globo para a novela Caminho das Índias, analisa a trama e conta como funciona na realidade o sistema de castas na Índia.

Este ano, as festas pascais judaicas e cristãs coincidem



Cláudia A. Prata Ferreira: A festividade de Pessach já era anterior ao período do Êxodo. Na realidade marcava para os demais povos a entrada da primavera e havia o sacrifício do cordeiro e o pão ázimo. Na ressignificação vemos a transformação dessa festa como um verdadeiro marco fundador do judaísmo, da identidade judaica, uma festa fundamental. No cristianismo, vemos outra ressignificação, a festa deixa de ser a comemoração da libertação do cativeiro egípcio e marco fundador da religião judaica e da identidade judaica; agora ela se torna central na figura de Jesus e marco fundamental na formação da identidade cristã.



IHU (10/04/2009)


Jornal Nacional (08/04/2009)

  • Judeus celebram a bênção do sol: Antes do dia amanhecer, centenas de pessoas seguiam para o Muro das Lamentações. Judeus de várias partes do mundo escolheram o local sagrado para o Birchat Hachama, a benção do sol.


Jornal Hoje (08/04/2009)

  • Judeus comemoram o Pessach: Os judeus começam as comemorações do Pessach, a Páscoa judaica. A data relembra a fuga do Egito. Em São Paulo, centenas de judeus se reuniram para agradecer a Deus pela criação do Universo.


Aurora Digital (07/04/2009)


IHU (07/04/2009)

  • Pessach: origens e história desta principal festa judaica e a sua ligação com a Páscoa cristã: “Os povos do mundo costumam ressignificar seus rituais conforme os eventos históricos que marcam as suas vidas. Assim aconteceu com o povo de Israel. Ao ser liberto do Egito, passou a ressignificar os elementos básicos desta festa primaveril para expressar a sua compreensão do que havia acontecido e ritualmente expressar a sua fé, seu louvor e sua gratidão ao Deus que os libertou”, afirma Marie Ann Wangen Krahn sobre as diferentes formas de celebrar o período pascal. Segundo ela, o Pesach é a principal festa do ano judaico e relembra e celebra a libertação do povo de Israel da escravidão no Egito.


Pessach (Páscoa Judaica) 5769 / 2009

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Leia mais:

Revista Morashá (N.64/abril 2009)