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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 26 de abril de 2008

Ato Inter-religioso marca Centenário da Arquidiocese de SP

Ato Inter-religioso marca Centenário da Arquidiocese de SP
A Arquidiocese de São Paulo, através da Casa da Reconciliação, promoveu nesta quarta-feira um Ato Inter-religioso em comemoração ao seu Centenário. Realizado no Mosteiro de São Bento, teve como tema `O Sagrado e a Dignidade Humana na Metrópole`. O arcebispo Dom Odilo Scherer resumiu a história dos cinco cardeais que São Paulo teve nestes 100 anos e suas principais obras e enfatizou que conforme `desejo e missão de todas as religiões Deus habita essa cidade. O sagrado não é estranho à cidade dos homens. Devemos ajudar a cidade de São Paulo a ser digna de Deus e de todos que nela habitam`.

Rabino Schlesinger, da CIP, falou pelo judaísmo
O rabino Michel Schlesinger, da Congregação Israelita Paulista (CIP) falou pelo judaísmo, cuja comunidade presente com o presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, Boris Beer, o vice-presidente executivo Ricardo Berkiensztat, a presidente da CIP, Dora Brenner, rabino Henry Sobel, rabino Alexandre Leone, e Edgar Lagus e Lia Bergmann, da B´nai B´rith do Brasil. Schlesinger falou que `o sagrado inspira medo e encantamento, traz bênçãos, proteção e amor e somente pelos atos pode-se atingir a santidade. Vivemos em uma cidade com um profundo abismo social`, e lembrando que celebramos Pessach nesta semana, concluiu: `saibamos exercitar nossa liberdade de unir forças para transformar essa cidade, tornando-a cada vez mais sagrada`.

Hinduístas, budistas, judeus, muçulmanos, católicos, espíritas...
Durante as comemorações o monge Joshin, do budismo Zen, representando a Monja Coen, ressaltou que `a sacralidade depende de cada um de nós`, na atuação pela inclusão social, justiça e respeito ao ser humano na diversidade.`, lembrando que a religião de origem japonesa, começou também há 100 anos em São Paulo. Diversos religiosos fizeram uso da palavra, como o abade Dom Mathias Tolentino Braga, que deu as boas vindas a todos, Mohamed Abdullah al Mugrabi, do Centro Islâmico de São Paulo, mãe Aparecida da Umbanda, mãe Carmem de Oxum da Nação Ketu, Pde. José Bizon, da Casa da Reconciliação e da Comissão do Diálogo Católico-Judaico da CNBB, organizador do evento, entre outros. Sheik Mohamed Ragip (Ordem Sufi) e Luciana Ferraz (Brahma Kumaris – hinduismo) falaram em nome da URI – Iniciativa das Religiões Unidas. O evento foi entremeado de apresentações musicais, incluindo uma oração da Bíblia judaica e canções indígenas.

Extraído de:
BB Press,em 25/04/2008.
Edição:
Lia Bergmann - Assessora de Direitos Humanos e Comunicações da B´nai B´rith do Brasil.


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