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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 9 de janeiro de 2011

Santos, peregrinos e demonófobos: os movimentos messiânicos e milenaristas brasileiros. Entrevista especial com Filipe Pinto Monteiro

IHU (09/01/2011): Santos, peregrinos e demonófobos: os movimentos messiânicos e milenaristas brasileiros. Entrevista especial com Filipe Pinto Monteiro: O Brasil é marcado por um "conglomerado de cristandades", crenças e utopias, enigmas e mistérios que se afastam da ortodoxia e se manifestam pelo país adentro. Para o historiador Filipe Pinto Monteiro, em Pau de Colher, na Bahia, essa religiosidade popular "associou uma tradição judaica e católica, de fundo escatológico, piedoso e punitivo, com saberes e fazeres afro-americanos e indígenas, transmitidos ao longo de diversas gerações", afirmou ele, em entrevista por e-mail à IHU On-Line. Atualmente, Monteiro realiza uma pesquisa de mestrado no Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, intitulada Santos, peregrinos e demonófobos, na qual analisa especificamente o movimento Pau de Colher, liderado e animado por Severino Tavares. Severino era reconhecido pelas suas pregações "apocalípticas", em quteoloe o desapego aos bens materiais era uma necessidade premente, assim como as orações, as rezas diárias e a feitura do sinal da cruz. Ele se autoproclamava a "Terceira Pessoa da Santíssima Trindade", juntamente com o Padre Cícero, de quem era "substituto", e Zé Lourenço, do qual se dizia enviado. Em comunhão com os santos católicos – especialmente Maria e José –, em peregrinação aos lugares sagrados do sertão e em contínua perseguição ao Demônio, isto é, a demonofobia, os integrantes do movimento Pau de Colher são lembrados todos os anos pela Paróquia de São José Operário de Casa Nova e pela Diocese de Juazeiro, Bahia, em uma romaria ao vilarejo de Pau de Colher no mês de dezembro para rememorar os fatos que lá se passaram. Filipe Pinto Monteiro é historiador, formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, e mestrando do Programa de Pós-Graduação em História Social da UFRJ, onde desenvolve a dissertação Santos, peregrinos e demonófobos, sob orientação de Jacqueline Hermann. Tem experiência em jornalismo e história, com ênfase em história moderna e contemporânea, atuando em temas como a religiosidade e o catolicismo popular. Confira a entrevista. >>> Leia mais, clique aqui.

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