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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Espíritas enlouquecem ou espíritos curam? Uma análise das relações, conflitos, debates e diálogos entre médicos e kardecistas.

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Espíritas enlouquecem ou espíritos curam? Uma análise das relações, conflitos, debates e diálogos entre médicos e kardecistas na primeira metade do século XX (Juiz de Fora-MG)

Roberta Müller Scafuto Scoton

Dissertação de Mestrado em Ciência da Religião (UFJF)

Data da defesa: 24/08/2007.

Resumo: Nesta dissertação, analisamos como se deu o processo de difusão, acolhida e debate de idéias e concepções tanto médicas quanto espíritas kardecistas por estes dois grupos na cidade de Juiz de Fora, na primeira metade do século XX. Identificamos as principais idéias e argumentos de ambos os grupos, os principais momentos, motivos e focos de discussão. Além disso, estabelecemos a relação dos acontecimentos e produções locais com o que estava em voga nos demais centros urbanos brasileiros, destacadamente as cidades de Rio de Janeiro (capital nacional da época) e São Paulo. Através da análise das principais idéias defendidas e debatidas pelos médicos e espíritas locais estabelecemos uma comparação com o que ocorria nestes dois pólos. Demos destaque ao movimento de repressão ao exercício ilegal da medicina e qual a penetração, influência e uso das idéias psiquiátricas e médicas sobre o espiritismo entre médicos e pelos próprios espíritas. Com isso, enfatizam-se as estratégias de ambos os grupos para se colocar no espaço público como grupos com credibilidade, já que ambos possuíam visibilidade pública. Vemos que não houve um confronto sistemático entre os grupos nos moldes do que ocorrera no Rio de Janeiro, por exemplo. Destacamos o fato de estes conflitos terem ocorrido esporadicamente, principalmente através da imprensa laica, através de cartas publicadas nos jornais e suas respectivas respostas, também publicadas. Além disso, o fato de ter sido uma “guerra entre iguais”, em que ambos os lados eram membros da elite intelectual, política e cultural da cidade.

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