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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Circular 1 – X Simpósio da ABHR


CIRCULAR UM

X SIMPÓSIO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HISTÓRIA DAS RELIGIÕES (ABHR): MIGRAÇÕES E IMIGRAÇÕES DAS RELIGIÕES - ASSIS.

12 a 15 de maio de 2008

Data para o envio dos resumos de comunicações aos GP e das propostas de mini-cursos: 15 de fevereiro de 2008.


Normas para o resumo do texto de cada comunicação: O resumo deve conter até 15 linhas. Formatação: papel A4, fonte Times New Roman, margens superior, inferior e direita com 2,0 cm e esquerda com 3,0cm. Espaço entre linhas: 1,5. O resumo deve conter: título da comunicação, o nome completo do autor(a), instituição a que está filiado(a), seu título acadêmico e seu e-mail, o nome do Grupo de Pesquisa em que será apresentada a comunicação. Enviar para o endereço eletrônico do(a) coordenador(a) do Grupo de Pesquisa, e cópia para o endereço eletrônico do X Simpósio: abhr2008@yahoo.com.br. A relação dos Grupos de Pesquisa está adiante.

Normas para a proposta de mini-curso: resumo com, até, 20 linhas. Formatação: papel A4, fonte Times New Roman, margens superior, inferior e direita com 2,0 cm e esquerda com 3,0cm. Espaço entre linhas: 1,5. O resumo deve conter: título do mini-curso, nome completo do(a) proponente, instituição a que está vinculado(a), seu título acadêmico e seu e-mail. É requisito que o proponente possua no mínimo título de mestre. Enviar para o endereço eletrônico do X Simpósio: abhr2008@yahoo.com.br.

O X Simpósio anual da ABHR – Associação Brasileira de História das Religiões será realizado nos dias 12, 13, 14 e 15 de maio de 2008, e será hospedado na Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Campus de Assis, Estado de São Paulo. O evento visará a reflexão e a atualização do debate sobre o tema Migrações e Imigrações das Religiões.

Em 1999, professores da Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho” e orientadores da Linha de Pesquisa “Religião e Visões de Mundo” do Programa de Pós-Graduação em História, promoveram o primeiro Simpósio Nacional de História das Religiões. Partia-se da constatação que no campo da História, os historiadores que se debruçavam sobre a religião eram pouco incentivados a partilharem suas experiências de pesquisa nos congressos e eventos científicos, enquanto que os colegas de áreas vizinhas há muito o faziam. Ademais, percebeu-se que o intercâmbio promovido pela interdisciplinaridade era mais proveitoso do que limitar a divulgação junto a poucos especialistas. Deste modo, a finalidade em 1999 foi reunir estudiosos universitários, de todas as áreas, para discutir a produção brasileira sobre a religião e buscar mapear as principais matrizes intelectuais geradoras dos mais diferentes campos. Daí ter se intitulado I Simpósio sobre História das Religiões. Historiografia Brasileira sobre História das Religiões.

Como decorrência dos debates, houve a fundação da Associação Brasileira de História das Religiões, ABHR, com a participação de estudantes de graduação, de pós-graduação e professores das mais diferentes universidades brasileiras. Os Simpósios posteriores consolidaram a proposta inicial. ABHR é filiada à “International Association for the History of Religions” (www.iahr.dk ), por sua vez, membro do “Conseil International de la Philosophie et des Sciences Humaines/ The International Council for Philosophy and Humanistic Studies” (CIPSH), sob os auspícios da UNESCO. Ao longo deste itinerário, a ABHR está em sua terceira diretoria, composta por docentes universitários de vários Estados e conta com um site na Internet (www.abhr.org.br.).

Desde então, as mais diferentes cidades brasileiras têm abrigado o Simpósio da ABHR: Mariana, Juiz de Fora, São Paulo, Recife, Franca, Belo Horizonte, São Luiz do Maranhão e Viçosa. Nos vários simpósios foram tratados temas como violência, globalização, o urbano e o sagrado, o pluralismo religioso, religião e raça, teoria e metodologia no estudo das religiões, tradição e modernidade. Já no X Simpósio, a Comissão Organizadora propõe refletir e debater sobre Migrações e Imigrações das Religiões.

A história religiosa do Brasil sempre esteve estreitamente vinculada às questões das migrações e imigrações das religiões, desde o estabelecimento do domínio colonial português nas terras brasileiras, fenômeno este paralelo à movimentação de populações no território nacional. O encontro entre as religiões, a dominação, a resistência e a troca de experiências religiosas entre as várias populações indígenas, negras, européias e asiáticas caracterizam tal história. O pluralismo religioso é uma das facetas que marcam o processo histórico brasileiro na nossa contemporaneidade e está relacionado com as migrações e imigrações. Portanto, ao tratar de tal temática, o X Simpósio da ABHR visa a contribuir para aprofundar com o aprofundamento do conhecimento da atualidade brasileira e a expansão da cidadania.

O Simpósio da ABHR está sendo organizado pelos seguintes professores e orientadores do Programa de Pós-Graduação em História: Eduardo Basto de Albuquerque (Coordenador), Milton Carlos Costa, Ivan Esperança Rocha, Sidinei Galli, Ricardo Gião Bortolotti, Andréa Lúcia Dorini de Oliveira C. Rossi e Ruy de Oliveira Andrade Filho.

Os Grupos de Pesquisa

Na estratégia adotada pela ABHR durante os seus vários Simpósios os Grupos de Pesquisa (GP) são espaços onde são apresentadas comunicações relacionados diretamente com uma área específica dentro do campo das religiosidades. Os Grupos de Pesquisa para o X Simpósio são os seguintes:

GP Igreja Católica no Brasil
Coord.: Sidinei Galli (UNESP/ Assis)
E-mail: galli@assis.unesp.br

Resumo: Este grupo pretende ser um fórum no qual as pesquisas e estudos sobre a Igreja Católica no Brasil possam ser debatidos e divulgados. Portanto, elege-se pesquisas que tem como fonte de investigação a instituição em dois planos: “ad intra” e “ad extra”. No primeiro plano ganha espaço as pesquisas que buscam analisar os processos internos da instituição, como: relações entre Igreja e Estado na Colônia(Padroado), organização administrativa diocesana e paroquial, processo de romanização, neo-cristandade, Teologia da Libertação, entre outros. No segundo plano consideramos todos os movimentos que se relacionam, direta ou indiretamente, com a instituição, como: relações da Igreja Católica com outras Igrejas e movimentos, Irmandades e Confrarias, Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), Movimentos Apostólicos (Apostolado da Oração, Ação Católica e Ação Católica Especializada, MEB, Opus Dei, Arautos do Evangelho...), Pastorais Sociais (CIMI, CPT, Pastoral Operária). Da mesma, consideramos este momento como importante espaço de troca de fontes e métodos de investigação, considerando a diversidade de possibilidades em que estes processos se desenvolvem.

GP História das Religiões: desafios teóricos, metodológicos e historiográficos
Coord.: Eduardo Basto de Albuquerque (UNESP/Assis)
E-mail: eb.albuquerque@uol.com.br

Resumo: A História das Religiões é um campo de estudos constituído no século XIX para lidar com as religiões sob a perspectiva histórica e é caracterizado pela preocupação em reunir, traduzir e interpretar ritos, práticas e textos religiosos de religiões nacionais, locais, regionais ou universais, e também compreender vastos conjuntos conhecidos como Islamismo, Budismo, Cristianismo etc. No entanto, as transformações na área de estudos históricos, no século XX e no atual, conduzidas por correntes, de um lado, representadas por abordagens como a de Mircea Eliade e, de outro lado, por indagações advindas de orientações como os “Annales”, a Nova História e a História Cultural, inauguraram desafios teóricos, metodológicos e historiográficos, no tratamento das religiões. Desse modo, O GP pretende reunir estudos, pesquisas e reflexões exclusivas ou parciais, sobre as relações entre História e Religião, tratando dos fundamentos epistemológicos, envolvendo teoria e método. É também sua preocupação identificar as várias abordagens historiográficas das religiões, no sentido de compreensão duma História da Historiografia, principalmente brasileira. Pretende, ainda, abrigar inovações metodológicas de pesquisa e de reflexões na área da História das Religiões.

GP Ortodoxias e fundamentalismos
Coord.: Arnaldo Érico Huff Júnior (UFJF)
E-mail:
huffjr@hotmail.com

Resumo: O grupo de pesquisa visa promover o debate e a investigação acerca de ortodoxias e fundamentalismos, fenômenos presentes nas mais diversas tradições religiosas do passado e do presente. As construções das crenças, as cosmologias, as culturas e identidades políticas, os conflitos internos e externos, os literalismos, os conceitos acerca de verdade, os códigos de comportamento, a produção acadêmica sobre o assunto: estes e outros temas correlatos estarão na pauta em abordagens interdisciplinares.

GP Protestantismos e Pentecostalismos
Coord.: Adroaldo J. Silva Almeida (UFMA) e Vasni de Almeida (UFT)
E-mail: adroaldoalmeida@terra.com.br e vasni@terra.com.br

Resumo: O GP Protestantismos e Pentecostalismos é um espaço de discussão e reflexão dedicado aos estudos e pesquisas relacionadas ao campo evangélico. Entre outros objetos de interesse, propõe discutir as mudanças e permanências do protestantismo e pentecostalismos brasileiro. Ocupa-se de temas como mídias evangélicas; convergências e divergências no campo religioso evangélico; relações de poder e mediações simbólicas; análise historiográfica do movimento evangélico no Brasil e no mundo; abordagens teórico-metodológicas sobre o campo religioso, entre outros. O GP está aberto a estudantes, professores e pesquisadores entre os diversos campos do saber e sob as mais variadas perspectivas: sociológica, histórica, antropológica e filosófica.

GP Religião e ciência: tensão, diálogo e experimentações
Coord.: Leila Marrach Basto de Albuquerque (UNESP/Rio Claro)
E-mail:
leilamarrach@uol.com.br

Resumo: Religião e ciência são dois grandes sistemas de organização do pensamento no ocidente moderno, responsáveis por conferir sentido às experiências humanas. São interpretações do mundo em disputa pela hegemonia das definições de verdade, desde o Renascimento. A circunstância histórica do pós-guerra trouxe uma nova configuração para este jogo de forças, deslegitimando versões científicas da realidade e estimulando a busca de novos fundamentos do conhecimento para explicar o homem e o mundo. Neste processo, as religiosidades passaram a desempenhar papel destacado. A convivência, hoje, dessas duas grandes narrativas mostra que a cientização do mundo e o reencantamento do mundo caminham juntos e vigorosos nas suas versões puras ou híbridas. Este GP quer acolher estudos que abordem esta temática e sugere alguns caminhos como: Ciência ou ciências. As religiões e a cientização da vida. Movimentos contraculturais. A ciência e as tradições religiosas do oriente. Os novos paradigmas. Os holismos. As narrativas religiosas e a ciência pós-moderna. O reencantamento da ciência. Misticismo ecológico. Religião e etno-ciências. Vitalismo, curas religiosas e medicinas não oficiais. Biologia: evolucionismo X criacionismo. Religião, ciência e ética.

GP Religião e Família
Coord.: Maria da Conceição Silva (UFG)
E-mail: mariacsgo@yahoo.com.br

Resumo: Nos últimos anos o diálogo interdisciplinar entre as ciências humanas tem avançado e possibilitado debates enriquecedores. Este tem tornado possível um novo tratamento dos documentos (manuscritos e impressos) guardados nos arquivos religiosos e civis. Nesse diálogo interdisciplinar, os pesquisadores ao trabalharem com o tema religião e família, e explorando importantes documentos, têm trazido à luz as influências das normas religiosas na vida particular de cada indivíduo. O Grupo de Pesquisa Religião e Família pretende agregar essas discussões e enriquecer o debate em torno do tema proposto.

GP Mística e Iluminação
Coord.:Cecília Cintra Cavaleiro de Macedo ( Centro Universitário São Camilo-SP)

E-mail: cavaleirodmacedo@uol.com.br
Resumo: Entendendo a mística como esforço e tentativa de aproximação direta e sem mediação a Deus (no caso das religiões monoteístas), aos Deuses, às realidades transcendentes ou ordem cósmica (no caso das religiões orientais ou pré-cristãs) ou à verdade (na sua expressão mais filosófica), este grupo pretende congregar pesquisas acerca do tema nos diversos períodos da história, e nas suas diferentes manifestações religiosas e filosóficas. Deste modo, o GP pretende reunir estudos, pesquisas e trabalhos sobre a história da Mística desde as primeiras organizações mistéricas, passando pela mística filosófica grega, pelo desenvolvimento da mística própria das três grandes religiões monoteístas e das religiões orientais durante o período medieval, até as manifestações mais recentes e atuais, sejam elas vinculadas ou não a religiões institucionalizadas. Pretende contemplar também o estudo das diferentes linguagens e meios de expressão (verbais ou não) utilizados pelos místicos ao longo da história e nos seus variados contextos, assim como acolher estudos desenvolvidos sob diferentes enfoques, referenciais teóricos e metodológicos, como também apresentação de propostas de metodologias alternativas para abordagem daquelas produções. O grupo visa funcionar como um pólo de discussões e troca de informações sobre os trabalhos que vêm sendo desenvolvidos no Brasil, bem como fomentar novas pesquisas sobre o tema.

GP Religião e Política na Modernidade
Coord.: Wellington Teodoro da Silva (PUCMINAS)
E-mail: w.teodoro@uol.com.br

Resumo: Esse grupo de pesquisa recebe e acolhe trabalhos que tratem de quaisquer das muito amplas possibilidades de interrelações e/ou confrontos entre a religião e a política. Situamos esse tema no percurso da modernidade que preparou e abriga um novo status para a razão. Esta, por sua vez, é um dos grandes eventos intelectuais do ocidente, após o nascimento da razão grega e a assimilação da filosofia antiga pela escolástica. Nesse macroambiente, os sujeitos da história sentem-se portentosos, criadores. Não se obrigam a pensar em suas realidades existenciais, nem em suas incursões diante da realidade societária, segundo fundamentos sagrados. A razão moderna elabora-se a partir de seus próprios fundamentos e a política, por sua vez, passa a elaborar-se em seus próprios termos, segundo suas referências às várias formas de poder. Ela refere-se, sobretudo, à natureza do Estado, portador do formidável monopólio do poder político e cujo chefe não recebe mais o título semi-herético de maiestas, atis. A religião, outro tema da nossa análise, não encontraria, em tese, lugar relevante no ambiente da cultura moderna. O lugar do religioso não é o do criador soberano, estatuto alcançado pelo sujeito moderno. Em seu percurso histórico, religião e política vão se distanciando. A política vai-se construindo nos pilares do direito civil. Com isso, religião e política parecem ser duas realidades que se excluem na modernidade. Entretanto, esse dado não é o observado pela historiografia. Nossa proposta é apresentar apontamentos que permitam levantar algumas possibilidades de aproximação acerca da religião e da política na modernidade.

GP Religiões Afro-brasileiras e Kardecismo
Coord.: Mundicarmo Ferretti (PPGCS/UFMA)
E-mail: mundi@prof.elo.com.br

Resumo: Este grupo de trabalho tem como objetivo incentivar o diálogo e a análise dos estudiosos das características e especificidades das religiões afro-brasileiras e do kardecismo, assim como de suas representações e práticas no Brasil através dos tempos e de suas relações com outras religiões, congregando historiadores, antropólogos e demais estudiosos das ciências humanas e das religiões em seu espaço de discussão.

GP Religiões Orientais
Coord.: Frank Usarski (PUC/SP)
E-mail: usarski@pucsp.br

Resumo: O grupo é um fórum de intercâmbio sobre um vasto e diferenciado campo que não se restringe a tradições visivelmente presentes no cotidiano brasileiro como a do Islã, do Budismo e das Novas Religiões Japonesas, mas que inclui também outras, menos investigadas, como o Xintoísmo, o Taoísmo e o Parsismo, e que, em alguns sentidos, sobrepõe-se com o espectro de manifestações freqüentemente associadas à chamada "Nova Era".

GP As Novas Religiosidades na Sociedade Brasileira
Coord.: Silas Guerriero (PUC/SP)
E-mail:
silasg@pucsp.br

Resumo: A modernidade sempre representou um desafio aos estudos de religião. Para alguns, anunciava o exílio do sagrado e o fim inevitável das religiões como forma de explicação do mundo. Para outros, tratava-se de perceber as adaptações e mudanças ocorridas no universo religioso que permitiriam a perenidade do fenômeno. O objetivo central do grupo é refletir sobre a presença das novas religiões na sociedade brasileira, inclusive aquelas formas de religiosidade que não são tradicionalmente classificadas como instituições religiosas. O Grupo pretende reunir tanto trabalhos que levantem dados empíricos sobre a situação atual dos Novos Movimentos Religiosos, entre eles o vasto e difuso mundo da Nova Era, bem como levantar questões teóricas pertinentes ao enfrentamento dessas questões.

GP Devoções Populares
Coord.: Eduardo Quadros Gusmão (UEG)

E-mail: eg.quadros@brturbo.com.br

Resumo: Partindo do princípio de que toda experiência religiosa é também uma experiência devocional, o GP pretende refletir sobre este sentimento que liga as pessoas ao divino, nem sempre passando pelo caminho institucional, inclusive, ultrapassando as fronteiras denominacionais. Abarca-se com o título as formas não oficiais de religiosidade, a esfera das tradições e dos costumes, dos festejos e da magia. Com isso, pretende-se ainda pensar acerca da própria caracterização desse "popular", da sua distinção na relação com as teologias oficializadas e desse espaço de especificidade enquanto resistência identitária e cultural.

Os mini-cursos
Os mini-cursos têm sido uma experiência enriquecedora nos Simpósios e se destinam a apresentar cursos de curta duração, visando aprofundar temas ou apresentar resultados de pesquisa, difundindo conhecimentos, e são oferecidos por estudiosos experientes ou iniciantes, de vários estados.


Na próxima Circular será divulgada uma Programação de caráter preliminar, contendo o nome dos conferencistas e a relação das mesas-redondas.

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